S /título / técnica mista s/ madeira, 100 x120 cm. / 1967
Depois de ter participado em várias exposições colectivas, em algumas delas premiado, realizo a minha primeira individual em Lisboa.
Nas minhas buscas constantes, o que nunca deixei de as fazer, quer no desenho gráfico quer na pintura, fui encontrando novas formas de expressão.
Na pintura, dentro das tendências do informalismo, fui realizando uma série de obras que expus na Galeria do Diário de Noticias.
Nesse jornal referindo-se a essa exposição, em Janeiro de 1967, a escritora e crítica de arte Manuela de Azevedo escrevia:
«…Dir-se-ia que o pintor, de olhos voltados para dentro de si, reconstitui um mundo sideral, inquietamente captado quando fita o espaço, já sem incógnitas nem misteriosas poéticas. A poesia tem hoje a cor da mais empolgante realidade. Talvez por isso, Dorindo Carvalho consegue dar-nos a metafisica dos mundos e submundos da realidade».
Como já vos disse eu sou Mário Cota Cruz e Costa e não Emanuel Lopes Costa meu filho que está em Luanda.
De: Equipa do Outlook
Enviada: sexta-feira, 7 de março de 2014 14:01
Para: Emanuel Lopes Costa
carlosloures posted: ” S /título / técnica mista s/ madeira, 100 x120 cm. / 1967 Depois de ter participado em várias exposições colectivas, em algumas delas premiado, realizo a minha primeira individual em Lisboa. Nas minhas buscas constantes, o que nunca deixei de as faz”
Como já vos disse eu sou Mário Cota Cruz e Costa e não Emanuel Lopes Costa meu filho que está em Luanda.
De: Equipa do Outlook
Enviada: sexta-feira, 7 de março de 2014 14:01
Para: Emanuel Lopes Costa
carlosloures posted: ” S /título / técnica mista s/ madeira, 100 x120 cm. / 1967 Depois de ter participado em várias exposições colectivas, em algumas delas premiado, realizo a minha primeira individual em Lisboa. Nas minhas buscas constantes, o que nunca deixei de as faz”