A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Implantada a República, verifica o Alfredo Reinegro e os seus companheiros de trabalho que, afinal, a exploração continua e que os ricos de antes da República continuavam a ser os ricos no regime republicano. Adere o nosso personagem às greves que se sucedem, cativado pelos anarco-sindicalistas e por aqueles que, mais tarde, vêm a fundar o Partido Comunista, dedução esta que o leitor da obra pode tirar. No entanto, Alfredo Reinegro não deixa de ser um dos homens do povo que, de armas na mão, aparece em Monsanto a combater mais uma tentativa dos Monárquicos para derrube da República, com o que Alves Redol termina o romance.