A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
No Parque Eduardo VII, mais uma Feira do Livro, a 84ª, um certame de editores, torna mais oportuno falarmos sobre o papel da edição no caminho que o livro tem de percorrer entre o autor e os destinatários – os leitores. Os editores são, na mitologia criada em torno do livro, os maus da fita. Os direitos de autor, quando são pagos, são uma miséria; quando devolvem um original, estão a faltar ao seu dever de divulgar a boa literatura… Em suma, o editor é um vampiro, um abutre que vive do sangue do autor. Será, de facto, assim? Depende de que tipo de editores estamos a falar.