| Nesta sessão vamos falar sobre as várias versões de Os dez anõezinhos da tia verde-água com Filomena Marona Beja.
46.ª sessão de uma série com periodicidade mensal, a partir de livros e autores referidos por Mário Dionísio num depoimento sobre «Os livros da minha vida». |
A SPIM – Sociedade Portuguesa de Investigação em Música apresenta mais uma sessão do seu ciclo «Diálogos In Música»:
FOR A FREE PORTUGAL- O jazz como palco de contestação na primavera marcelista, com Pedro Cravinho.
Entre 1971 e 1973, durante a governação de Marcello Caetano, num cenário de uma guerra colonial/independência em curso, realizaram-se em Portugal os primeiros Festivais Internacionais de Jazz de Cascais (FIJC). Estes eventos, cuja primeira edição foi patrocinada pela Secretaria de Estado Informação e Turismo (SEIT) – organismo que tutelava os Serviços de Censura do regime –, e promovida através do lema «JAZZ É CULTURA», configuraram um espaço de resistência política e de contestação à guerra colonial, explorado por músicos no palco e vivenciados pelos milhares de jovens presentes.
Na verdade, esta música – o jazz -, no contexto dos FIJC, propiciou a criação de um palco de luta política contra o regime de Marcello Caetano.
Partindo da dedicatória de Charlie Haden (1971) aos movimentos de libertação de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, e do «louvor» à liberdade feito por Roland Kirk (1973), formulados no decorrer das suas actuações nos FIJC, será analisado o alcance social e político da música jazz em Portugal durante a «Primavera Marcelista». |
Abordagem aos princípios fundamentais de animação através da exploração da cadência de movimentos e do valor interpretativo da cor, combinando a expressão gráfica com o domínio sensorial e emotivo.
3ª sessão: SOM E IMAGEM ANIMADA;
Exploração sincrónica entre elementos textuais, gráficos e sonoros, trabalhando questões rítmicas e cromáticas na criação de um extracto de animação abstracta, que apele a uma sensibilidade visual e auditiva. |
18h30 – Leitura comentada, com projecção de imagens, do capítulo «Realismo e abstracção na arte moderna» do livro A filosofia da arte moderna de Herbert Read. Quem lê é Carla Mota.
21h30 – Projecção, ao ar livre, de Viagem a Tóquio (1953, 136 min.) de Yasujiro Ozu. Quem apresenta é Paulo Guilherme. |
| O CORO DA ACHADA CANTA:
HÁ TAMBÉM MAIS COISAS PARA VER E LER DURANTE O HORÁRIO DE ABERTURA (2ª, 5ª e 6ª das 15h às 20h, sábados e domingos das 11h às 18h):
- EXPOSIÇÃO «MÁRIO DIONÍSIO – PINTURA A PARTIR DE 1974»
Exposição, até ao dia 22 de Setembro, de dezenas de obras de Mário Dionísio que mostra o seu percurso como pintor abstracto, entre 1974 e 1993.
- BIBLIOTECA E MEDIATECA DA ACHADA
A Biblioteca da Achada tem secções de Literatura, Arte, Cinema, Teatro, História, Ciência, Literatura Infanto-Juvenil, etc…
A Mediateca da Achada está em fase de catalogação. Para já, começam por estar disponíveis os filmes que temos vindo a projectar nos nossos ciclos de cinema.
O catálogo da Biblioteca e Mediateca está disponível na internet, aqui.
E agora vamos ter pólos da Biblioteca aqui no bairro. Já podem visitar e ler livros no pólo do restaurante Alcaide, na Rua de São Cristóvão, e no pólo do Posto de Atendimento de São Nicolau da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, na Rua da Prata.
- LIVROS LIVRES
No terreno em frente à Casa da Achada, desde que não chova, é só entrar, escolher, sentar-se um pedacinho ou a tarde inteira a folhear ou a ler. Para continuar, levar o livro começado ou a começar, e era bem bom deixar outro para o próximo que vier. Hoje mesmo ou amanhã.
EM QUALQUER DIA, COM MARCAÇÃO, É POSSÍVEL CONSULTAR:
- CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
Constituído pelo arquivo de Mário Dionísio e pela sua biblioteca e de Maria Letícia Clemente da Silva (mais de 6000 volumes e mais de 200 publicações periódicas).
O catálogo pode ser consultado na internet, aqui.
QUEM QUER EXPERIMENTAR TEATRAR?
- GRUPO DE TEATRO DA ACHADA
Quem quer experimentar usar a voz e o corpo para dizer coisas com ou sem palavras? O grupo, com F. Pedro Oliveira, ensaia habitualmente todas as terças e nas quintas-feiras às 21h. É só aparecer e participar.
QUEM QUISER E PUDER AJUDAR A CASA DA ACHADA:
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