BOUCHA KHAKIKI, UMA DAS ARTISTAS DA EXPOSIÇÃO “ARTISTAS COMPROMETIDOS? TALVEZ” por Clara Castilho

Já aqui falámos da exposição patente na Fundação Gulbenkian até dia 7 de Setembro,

“Artistas Comprometidos? Talvez”. Está Integrada no programa de Cultura Contemporânea, Futuro Próximo, dedicado à investigação e criação na Europa, em África, na América Latina e Caraíbas. Iremos falar de alguns dos artistas que a compõem.

Hoje, cabe a vez a Boucha Khalili. Cresceu em Marrocos, estudou cinema na Nova Sorbonne da Universidade de Paris e obteve o grau de Mestre em vídeo na Escola Nacional Superior de Artes de Paris- Cergy. Aborda a migração de várias formas e as experiências de identidade. Usa um modo poético de documentação para iluminar as vidas reais deste mundo actual. Conta-nos histórias de exílio, de perdas.

 Bouchra Khalili

O seu trabalho de Khalili tem sido  amplamente divulgado em todo o mundo.

A obra apresentada na exposição tem como ponto de partida um encontro histórico não documentado: o encontro mítico entre Ernesto Che Guevara e o herói exilado da guerra do Rif, Abedelkrim Al Khattabi, na embaixada de Marracos, no Cairo, em 1959. Assistimos ao encontro de dois jovens, um homem e uma mulher, que personificam as possíveis palavras de Guevara e Al Khattabi, dando início a uma conversa em torno daquilo que é a luta, o seu propósito e o seu significado.

 

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