Selecção, tradução e introdução por Júlio Marques Mota
Obama visto do interior, Obama face à evolução da repartição do rendimento
1ª Parte: A desigualdade de rendimentos em 11 gráficos publicados por Morgan Stanley e comentados por Steve Goldstein e a sua equipa de trabalho da MarketWatch
Publicado a 23 de Setembro de 2014
Parte II
(continuação)
…
Os economistas de Morgan Stanley notam que os E.U. ultrapassam, e de longe, o valor médio à escala global. Em 2011, o rendimento médio dos 10% mais ricos do mundo era de nove vezes aquele o rendimento dos 10% mais pobres, mas nos E.U esta relação era de 14 para 1.
Slide 4/13
O crescimento do salário tem-se estado a reduzir desde há décadas. Foi fortemente atingido por recessões profundas no mercado de trabalho e por retomas económicas muito fracas durante os dois últimos ciclos conjunturais, refere-se no relatório de Morgan Stanley.
Slide 5/13
Em 2012, a América foi classificada como o pais desenvolvido onde era mais elevado o peso dos baixos salários entre os salários dos trabalhadores de um país, de acordo com os dados fornecidos pela OCDE.
Slide 6/13
Uma razão para esse crescimento salarial lento foi a perda de importância da indústria transformadora na formação do PIB. Nos anos 50, a indústria transformadora representou cerca de 40% da criação do emprego privado. Nos anos 90, essa taxa caiu para cerca de 14%.
Slide 7/13
Isto mostra a disparidade crescente entre o rendimento familiar mediano – isto é, o 50º percentil — e o valor médio. O gráfico mostra que até a diferença na riqueza é mesmo mais forte.
Slide 8/13
Os ganhos em activos financeiros beneficiaram principalmente os 10% de famílias de rendimentos mais elevados, enquanto que a maioria dos americanos claramente ficou para trás. Este gráfico reflecte a arrancada da subida dos valores em bolsa, de que a maioria de americanos não tiram nenhum proveito.
(continua)
________







1 Comment