A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Temo-lo dito com frequência – não defendemos o terrorismo como forma de luta política. A violência sobre pessoas inocentes é inaceitável. Ainda que se diga que «ninguém é inocente» – uma estúpida falácia – que culpa têm as crianças vitimadas por esse criminoso tipo de acção? No entanto, a adesão de Portugal à acção militar contra a Jihad Islâmica, é uma medida errada em todos os aspectos – não houve até agora actos de terrorismo em Portugal. Porque aderimos a esta operação? Por cumplicidade, por subserviência ou por um imperativo moral? Partamos da hipótese mais benigna e falemos então de moral.