Lisboa não foi o berço mas cresceu fazendo-se centro da Nação valente.
Lisboa viu e fez sair as naus que expandiram o universo e lançaram com as suas descobertas a primeira globalização, de heróis do mar.
Lisboa foi capital de império mas também parte no surgimento de novas nações independentes pelos quatro cantos do mundo.
Lisboa foi a praça que com a República deu cidadania a um nobre povo que dela estava arredado.
Lisboa foi posto de comando da libertação, e renascimento, dum país e dum povo que num dia de abril perdeu o medo e tomou as ruas da cidade, que os levou à vitória.
Lisboa viveu dias de glória e fracasso, traz consigo a nossa história, a sombria e a luminosa.
Lisboa é capital e, como tal, central para a recuperação da independência dum estado capturado e aprisionado na dívida que lhe impuseram interesses externos.
Lisboa, vai ter de estar na linha da frente a gritar “às armas” contra as novas oligarquias que nos querem tornar serviçais e contra as quais há que “marchar, marchar”.
Viver (n)a cidade é viver a cidadania, a liberdade e democracia. Há que merecê-lo, participando como cidadãos de corpo inteiro na vida da cidade, do país e do mundo.
Gostei e peço o favor de ver o meu comentário a “Vamos beber um café”.CLV