“O Diário dos Imperfeitos” é o espectáculo que será apresentado na Casa de Teatro em Sintra, no dia 11 de Outubro, às 21h30.
A partir da obra homónima de João Morgado, a qual explora a complexidade das relações humanas, sentidos e emoções das personagens e do público, a peça é uma produção da ASTA- Associação de Teatro e outras Artes (Covilhã) com encenação e dramaturgia de Marco Ferreira.
Este trabalho integra-se na parceria de intercâmbio de acolhimento existente entre a Companhia de Teatro de Sintra / Chão de Oliva e a ASTA.
A Casa de Teatro visa promover a Cultura a nível nacional e internacional, através das artes performativas, sem esquecer o envolvimento da sociedade e o cariz social que que compete às artes, principalmente ao teatro
A ASTA – Associação de Teatro e Outras Artes – busca a sua identidade numa cultura transdisciplinar que engloba todas as artes como iguais e como expressão da sensibilidade humana. É uma companhia profissional num contexto sociocultural do interior do país.
Sinopse:
AMOR, é o nome civilizado que damos ao desejo.
Desejo é um corpo, amor é uma palavra.
Sabemos o que o amor não é, mas nunca saberemos ao certo o que é.
Todos somos imperfeitos no amor. Para o amor estamos sempre atrasados!
Os perfeitos são uma superfície lisa por onde escorregamos e caímos… Perfeitas são as pessoas que ainda não conhecemos. Na vida real somos todos imperfeitos. Quando desconhecemos as imperfeições de alguém, desconhecemos esse alguém e ficamos impedidos de amar.
O amor é a maior imperfeição humana.
Temos de ser felizes por um instante.
Afinal para que serve o amor, se a vida não passa de um instante?
Um fugaz instante…
Ficha técnica:
Produção: ASTA
Encenação e dramaturgia: Marco Ferreira (a partir da obra homónima de João Morgado)
Interpretação: Carmo Teixeira, Graça Faustino, José Meira, Sergio Novo
Espaço cénico e vídeo: Marco Ferreira
Figurinos e cenografia: ASTA
Construção de cenografia: João Cantador
Concepção Sonora: Gabriel de Almeida (Gabi)
Desenho de luz: Marco Ferreira
Design gráfico e fotografia: Sérgio Novo
Montagem e operação técnica: João Cantador
Esta criação foi iniciada em residência artística na Casa Grande da Barroca do Zêzere.