NÃO REPETIR TÁTICAS VENCEDORAS – por António Mão de Ferro

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 Sun Tzu, diz que o exército ataca quando o inimigo não espera. Evita a sua força, dá golpes no vazio, para que não lhe façam oposição. Ele considera que um exército pode ser comparado com a água. O exército vencedor evita os pontos sólidos e ameaça os vazios. De acordo com as caraterísticas do terreno, assim a água forma o seu curso. A água não tem uma forma constante, assim como o exército não deve ter um dispositivo fixo.

O General hábil, condiciona as forças do inimigo e oculta as suas. Está concentrado e agrupa as forças num corpo único. Procura que o inimigo se disperse e fracione em partes. Assim pode utilizar várias forças para atacar poucas.

O inimigo não deve conhecer o local onde se vai atacar e por isso tem que se organizar em vários locais. Quando se organiza à frente, deixa a retaguarda desguarnecida, quando se prepara na retaguarda, deixa à frente ao “Deus dará”.

Se reforça a esquerda a direita fica fraca. Quando reforça a direita, enfraquece a esquerda. Quando manda tropas para todo o lado, não assegura defesa em lado nenhum.

Os que obrigam os outros a preparar-se contra os ataques que desferem, estão em superioridade, mesmo que o adversário seja em maior número, consegue impedir o combate. A vitória é conquistada através da formação, mas o concorrente não sabe como é determinada a formação que torna o exército vitorioso.

O general que obtém a vitória alterando as suas táticas de acordo com a situação do inimigo, é considerado genial. Sabe que é preciso responder às diferentes situações, através de uma infinita variedade de formas e não repetir as táticas que já conduziram a vitórias.

 

 

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