Nascem cada vez menos crianças nos países da Europa, a começar por Portugal. E as que nascem, são rapidamente apanhadas pela ideologia/vírus do poder, que é o cristianismo, fundado por Pedro e Tiago, pouco tempo depois da morte crucificada de Jesus. Ou, como gosta de dizer o próprio cristianismo, certamente, para impressionar ainda mais as populações, fundado por São Pedro e São Tiago. Pedro, é o chefe do grupo dos Doze que traiu Jesus, o negou e entregou aos sumos-sacerdotes. Tiago, é o irmão de Jesus que, juntamente com os outros e a mãe, chega a tentar prendê-lo, por entender que ele está louco. Cabe às mães, aos pais proteger suas filhas, seus filhos da ideologia do cristianismo, o pai de todas as outras. A missão é quase impossível, porque o cristianismo sempre se nos apresenta como o que há de melhor sobre a terra. Pode até dizer-se que já nascemos cristãos, tamanha a infiltração da ideologia do cristianismo nas mentes-consciências das populações. Durante séculos, o cristianismo foi imposto a ferro e fogo. Ainda hoje, a cruz, o instrumento de tortura do império romano – o próprio Jesus Nazaré é executado nela! – é o principal símbolo identificativo do cristianismo, depois de a ter convertido em sinal de redenção da humanidade.!!! Quando as mães, os pais, apresentam as filhas, os filhos a uma das muitas igrejas cristãs, para que os baptize, são todos assinalados/marcados pela cruz. Pensam as mães, os pais, que o cristianismo provém de Jesus Nazaré, o dos 4 Evangelhos em 5 volumes, e que está no prosseguimento de Jesus. Só que esta é a maior mistificação/mentira da história. O cristianismo nasce depois da morte crucificada de Jesus e contra ele. Não prossegue Jesus Nazaré. Prossegue o judaísmo davídico e a sua ideologia de poder. Avisados andarão as mães, os pais, se defenderem suas filhas, seus filhos das igrejas cristãs, dos seus clérigos e pastores, das suas doutrinas e dos seus ambientes. A pedofilia, de que hoje tanto se fala, é apenas uma pequena amostra do horrendo que é o cristianismo. Quem puder fugir, que fuja!
13 Novº 2014

