Encontros Imaginários |
Tartufo |
No BAR A BARRACA |
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Segundas feiras, quinzenalmente |
Até 1 de Fevereiro |
Programação |
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Encontros Imaginários nº 88 4º ANIVERSÁRIO E chegamos ao 4º aniversário desta quase Tertúlia com figuras da História da Humanidade! Humberto Delgado – João D’ Avila Em 2011 e 2012 realizamos 36 Encontros sempre diferentes com actores de A Barraca e outros convidados de vários grupos. Perante o êxito do espectáculo, continuamos a proposta de participação da sociedade civil, iniciativa que mereceu total aceitação dos mais amplos sectores sociais e profissionais. Dia 9 de Fevereiro, temos outra novidade… Assim, o Elenco será : II Parte Encontros Imaginários nº 89 Salvador Allende – general Garcia dos Santos, militar de Abril |
ULTIMAS SESSÕES
“Não há nenhum pecado se pecar em silêncio” (Tartufo, IV, 5) Ou seja, podes ser falso e corrupto mas não sejas estúpido. “Tartufo”, uma das comédias mais célebres de Molière, beneficiou do apoio do Poder. Na verdade, o Rei Luís XIV apoiou o trabalho do autor porque estava farto de um grupo de beatos, o “ Partido dos Devotos”, que influenciavam a Rainha-Mãe. Aliás, sem o apoio do Rei, Molière nunca a poderia escrever pois já estava no Índex da Universidade de Paris. Apesar desse apoio Molière não teve vida fácil. Começou por representar a obra com o título de “Panulfo, ou o Impostor”, proibida após a primeira apresentação. O Arcebispo de Paris, ameaça com a excomunhão todo aquele que represente ou assista a tal obra, que acusa de ser um violento ataque à religião. Seguiu-se um acordo e uns anos mais tarde Molière conseguiu finalmente representar a sua peça com o título original de Tartufo. Mas, afinal, que perigos cívicos e morais continha essa peça? Molière utilizava a linguagem cómica, abordando com mordacidade as relações humanas que envolvem a religião, o poder e a ascensão social. Os temas da obra são Universais e intemporais. A manipulação dos valores e sentimentos, a falência de uma ética e moral necessárias para a solidez do tecido social, tornam este texto de uma actualidade radical. E como consideramos que o núcleo principal da obra se situa indiscutivelmente no contraste/cumplicidade entre a hipocrisia e a credulidade, , é uma peça exemplarmente Universal para os tempos actuais. M/12 Horário Bilhetes Informações e Reservas
DIGRESSÃO FERNÃO, MENTES? 28 Fevereiro 21h30 – Teatro Eduardo Brazão, Bombarral
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>Forró às Quartas :: 22h30 > Quintas-feiras :: 22h30 :: Quintas de Poesia com Miguel Martins e convidados > Dia 7, Sábado :: 18h00 :: lançamento livro Manuel da Silva Ramos > Dia 13, Sexta :: Concerto a anunciar > Dia 14, Sábado :: 18h00 :: lançamento ed. lado esquerdo “Cadáveres Esquisitos” Miguel Martins > Dia 21, Sábado :: 23h00 :: Poemas e Poetas Escoceses > Dia 28, Sábado :: 22h00 :: Contadores de estórias > Todos os domingos :: das 21h30 às 0h30 :: noite de tango MILONGA DA BARRACA A abraçar lisboa desde 1999! É a mais antiga milonga de Lisboa, começou há quase 13 anos e hoje ainda é uma referência do tango em Lisboa. Dança-se o tango mais tradicional, a milonga e a valsa derivada do tango argentino. No fim, há fado. Todos os domingos :: das 20h às 21h30 :: aulas de tango Para Iniciados e Avançados |
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