Dando um passo em frente, e não ficando só pela necessidade de obras, vem agora este conjunto de pessoas que se organizou na defesa sua sua/nossa escola, lembrar lutas anteriores que tiveram a ver com colação de professores.
20 Março de 2015
Na sexta-feira, dia 20 de Março, em resposta às repetidas solicitações por parte da comunidade escolar da EMCN, o Sr. Ministro da Educação, acompanhado por uma equipa de seis elementos – nomeadamente, o Sr. Secretário de Estado da Administração Educativa, o seu Chefe de Gabinete, a Adjunta e o Assessor do Sr. Ministro, o Sr. Director da DGEstE e o Sr. Director da Parque Escolar –, recebeu a Direcção da EMCN, acompanhada por alguns dos representantes da restante comunidade escolar (alunos, pais, professores e Conselho Geral) que integram a Comissão, no que tinha sido classificado, de antemão, como uma reunião de trabalho.
O Sr. Ministro reconfirmou, por um lado, a disponibilização da verba, já anunciada, de 43.500€ para obras imediatas (juntamente com o trabalho já a decorrer de avaliação do sistema eléctrico da escola), a ter início, de preferência, durante as férias da Páscoa, por forma a colmatar, pelo menos em parte, o problema causado pelo encerramento das 10 salas. Por outro lado, e para além disso, reconheceu inequivocamente a “necessidade de obras de verdadeira reconstrução e requalificação” do espaço que alberga a EMCN, cuja urgência se traduzirá nos passos seguintes:
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Lançamento imediato (ainda durante as férias da Páscoa) de estudos arquitectónicos preliminares, a concluir num prazo máximo de cerca de um mês e meio a dois meses;
2. Uma visita do Sr. Ministro às instalações da EMCN, nos tempos próximos, a fim de inteirar-se, in loco e em concreto, da realidade da situação da Escola;
3. Abertura, imediatamente após a fase do levantamento preliminar, de um concurso de projecto com prévia qualificação (nacional ou internacional, dependendo das verbas em causa);
4. Projecto arquitectónico definitivo e detalhado;
5. Concurso para empreitada;
6. Início das obras “com a escola a funcionar”, em termos a definir durante as fases anteriores, consoante as especificações da intervenção de fundo a realizar.

