A POESIA VINDA DO PORÃO DA ARGOS CONTINUA A SER DESCARREGADA SOBRE AS MANHÃS

poesititulo

Começámos no dia 23 de Fevereiro e,  cinco dias por semana, de segunda a sexta-feira, às oito da manhã, estamos a publicar uma série temática dedicada aos poetas argonautas. A direcção da rubrica – POESIA AO AMANHECER é da responsabilidade de Manuel Simões. Saliente-se que a primeira fase da rubrica, editada sempre no mesmo horário e nos mesmos cinco dias, atingiu o número 500. A segunda fase, que passou a ter uma orientação gráfica e ilustrações de Dorindo Carvalho, atinge já as oito dezenas de posts. A presente série, dedicada aos poetas argonautas, começou com um poema de Sílvio Castro, homenagem a um amigo que nos deixou em 2014; seguiram-se Rachel Gutiérrez, Adão Cruz, Paulo Cunha e na sexta-feira, 27 de Fevereiro, encerrando a primeira semana, César Príncipe.

 

Imagem1

Na semana de 2 a 6 de Março, publicámos poemas de José Magalhães, Eva Cruz, Joaquim Palminha Silva, Josep A. Vidal e Luís Filipe Marinheiro. Seguiram-se na semana de 9 a 13 de Março, Manuela Degerine, Moisés Cayetano Rosado, António Cândido Franco, Júlio Marques Mota e Soares Novais.

Imagem2

E  na quarta semana, mais cinco poetas –  Ethel Feldman, de Luísa Lobão Moniz, seguindo-se os de Ernesto V. Souza, António Sales e Vasco Lourenço.

Imagem3

Na próxima semana, começará a publicação de mais cinco poemas de outros tantos argonautas: Amadeu Ferreira (outro amigo que nos deixou), Luís Rocha, Carlos Loures, José de Brito Guerreiro e Manuel Simões. É uma demonstração de que entre a preciosa carga da nossa Argos há poesia. Para quem esta mostra da capacidade lírica dos argonautas tenha passado despercebida aconselhamos uma consulta aos posts de Poesia ao amanhecer. Hoje, Dia Mundial da Poesia, afirmamos que não necessitamos a UNESCO para celebrar a arte poética, fazemo-lo todos os dias por iniciativa própria.

Imagem1

Leave a Reply