Letra: Vitorino Salomé
Música: Fernando Alvim
Intérprete: Vitorino* (in Livro/2CD “Fados & Canções do Alvim”: CD2 – “Canções do Alvim”, Universal, 2011)
[instrumental]
Está escrito no olhar Inda que seja longe Estou sempre por perto Não há último adeus Passageira lembrança De um doce afecto
Partir é não voltar Fica a dor do esperar Ausência eterna Dos teus passos a chegar Quando a noite hesitava Cair sobre a terra
Dos amores desencontrados Não reza a história São nuvem que passa Dos sonhos idolatrados Fica a memória O prazer, a graça
Por isso não te vás – Ó laranjeira em flor Perfuma a triste ausência Do meu gentil amor
Fica sempre comigo Branca flor perfumada Guarda junto ao teu peito Paixão nunca esquecida
[instrumental]
Dos amores desencontrados Não reza a história São nuvem que passa Dos sonhos idolatrados Fica a memória O prazer, a graça
Por isso não te vás – Ó laranjeira em flor Perfuma a triste ausência Do meu gentil amor
Fica sempre comigo
Branca flor perfumada
Guarda junto ao teu peito
Paixão nunca esquecida
Nota: «Dedicada à doce vivência destes dois amigos, Fernando e Rosarinho, inspiradores de paz interior, à sombra duma linda e florida tangerineira.» (Vitorino Salomé)
* Vitorino – voz
Fernando Alvim – guitarra
Pedro Santos – acordeão
Ruca Rebordão – shakers, udu, bongós
Produção musical e direcção artística – Fernando Alvim
Concepção e idealização – Fernando Alvim
Produção executiva – Rosário Worisch Alvim
Gravação (voz e instrumentos) – Samuel Nascimento, no Estúdio Alvalade, Lisboa
Mistura – Samuel Nascimento, no Estúdio Alvalade, Lisboa
Masterização – Fernando Nunes, no Estúdio Pé-de-Vento, Salvaterra de Magos
Um Olhar Lisboa
Letra: Mário Rainho
Música: Fernando Alvim
Intérprete: Filipa Pais* (in Livro/2CD “Fados & Canções do Alvim”: CD2 – “Canções do Alvim”, Universal, 2011)
[instrumental]
Abri nossa janela, O sol entrou por ela; E como convidado Tomou café ao nosso lado
O coração se abrasa À mesa d’alvorada; Quem tem o sol em casa Ai, não precisa de mais nada.
Dou bom dia a Lisboa, Gaivota que voa, Alegre e ensonada; E olho o rio Tejo Que, à míngua dum beijo, Quer ver-te acordada.
Oiço o burburinho da cidade E vejo o céu azul; Na viola dedilho a saudade Desta canção do sul.
Quem vê Lisboa assim, Um poema de mim Luz, cor e aguarela Não pode respirar sem ela.
Os sons dos bairros são Pulsar do coração; Suas ruas são veias, Telas de fado cheias. Dou bom dia a Lisboa, Gaivota que voa, Alegre e ensonada; E olho o rio Tejo Que, à míngua dum beijo, Quer ver-te acordada.
Oiço o burburinho da cidade E vejo o céu azul; Na viola dedilho a saudade Desta canção do sul.
[instrumental]
Dou bom dia a Lisboa, Gaivota que voa, Alegre e ensonada; E olho o rio Tejo Que, à míngua dum beijo, Quer ver-te acordada.
Oiço o burburinho da cidade E vejo o céu azul; Na viola dedilho a saudade Desta canção do sul.
* Filipa Pais – voz
Celina da Piedade – acordeão
Fernando Alvim – guitarra
Produção musical e direcção artística – Fernando Alvim
Concepção e idealização – Fernando Alvim
Produção executiva – Rosário Worisch Alvim
Gravação (voz) – Fernando Nunes, no Estúdio Pé-de-Vento, Salvaterra de Magos
Gravação (instrumentos) – Joaquim Monte, no Estúdio Namouche, Lisboa
Mistura e masterização – Fernando Nunes, no Estúdio Pé-de-Vento, Salvaterra de Magos