A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.

época, como Mariano Gago, mas que esses homens nunca estão no campo dele e dos seus correligionários. Estão sempre do outro. Referiu Marcelo que só se recorda de dois ministros que tiveram uma política para a ciência e a educação: Veiga Smão nos anos 60/70 e Mariano Gago. (Não é completamente verdade, como nunca é com Rebelo de Sousa: Veiga Simão teve uma política de expansão da oferta de ensino superior, muito dirigida para a política ultramarina dos últimos anos do Estado Novo, quando Marcelo Caetano ensaiava a uma tímida autonomia das «Províncias Ultramarinas». Quem, à época, teve uma política de investigação cientifica, foi a Fundação Gulbenkian e um conjunto de quadros que ali trabalhavam. Mas é um facto que Veiga Simão foi importante na definição de uma política de educação, pelo menos percebeu que o seu ministério não podia ter como livro único da 3ª classe uma imagem de crianças a fazerem a saudação nazi e fardadas da Mocidade Portuguesa, como os Balilla do fascismo ou as juventudes hitlerianas.)
Desejo felicitar, pessoalmente, o tenente Matos Gomes, assim o conheci como seu instruendo na extinta Escola Prática de Cavalaria – Santarém, no 3º turno do Curso de Formação de Sargentos Milicianos, em 1968.
A 16 de Abril de 1969, embarcamos no Vera Cruz com destino Angola, ele para a formação de Comando na Região dos Dembos, norte Luanda, e eu para o Kuando Kubango, Sudeste de Angola.
Sobre o que acabei de ler, referente ao Cientista Mariano Gago, assim como à seita do Ali babá e os mais que muitíssimos ladrões, subscrevo!
Tito Manuel Grijó Poças
Sr coronel, cada vez admiro mais a forma como o sr. expõe as suas ideias sendo estas de forma tão clara que até ao mais humilde dos mortais não deixa margem para dúvidas. Espero que continue a presentear-nos com tão apetitosos “pitéus”.
Entretanto vou partilhar esta postagem na minha página do face.
Cordiais cumprimentos.
Era muito importante que esta indignação racional que o texto reflecte fosse transportada para a rua. Na verdade, nós, os sem vós, apenas servimos para justificar os outros, aqueles cuja ambição perdeu o respeito por tudo quanto entrave o seu caminho para a riqueza e bem estar. Os pobres? Para que servem os pobre senão para servir os ricos!
Estou absolutamente de acordo consigo. Obrigado.
Bela síntese! Devia ser lida por todas as pessoas!!!