No Palácio Foz dia 30 de Abril às 19,00 Concerto de Música Barroca pelo Ensemble Melleo Harmonia

No Palácio Foz – Sala dos Espelhos – dia 30 de Abril às 19,00

 

Concerto de música barroca pelo Ensemble Melleo Harmonia

música barroca

 

Programa

Giacomo Carissimi
Oratória “Jephtah”

Claudio Monteverdi
“Por ti miro”
“Lamento della ninfa”
“Non è di gentil core”
“Bel pastor da cui bel guardo”
“Zefiro torna”
“Presso un fiume tranquillo”

Melleo Harmonia

Rute Dutra (soprano)
Sara Afonso (soprano)
Joana Nascimento (contralto)
Inês Madeira (contralto)
Carlos Monteiro (tenor)
João Rodrigues (tenor)
Tiago Mota (baixo)
Agostinho da Silva (tiorba & guitarra barroca)
Ana Raquel Pinheiro (violoncelo)
Jenny Silvestre (cravo & direção musical)

 

Melleo Harmonia | direção musical Jenny Silvestre
Ensemble residente da APARM-Academia Portuguesa de Artes Musicais, Melleo Harmonia tem primado pela congregação, desde a sua formação em 2012, de reconhecidos solistas do meio musical português, numa formação flexível, adaptável às exigências de cada programa. Conta com uma intensa atividade, apresentando programas predominantemente assentes em repertório dos séculos XVII, XVIII e XX.

Jenny Silvestre (cravo & direção musical)
É licenciada em Cravo (Escola Superior de Música de Lisboa) e em Direito (Universidade de Lisboa). É doutorada em Ciências Musicais Históricas (Universidade Nova de Lisboa), pós graduada em Cravo (Escola Superior de Música da Catalunha, Espanha) e em Gestão Empresarial, vertente de Estratégia de Investimentos e Internacionalização (Instituto Superior de Gestão de Lisboa).
É fundadora e Presidente da Academia Portuguesa de Artes Musicais.
É Diretora dos Congressos Internacionais de Musicologia Histórica organizados pela Academia Portuguesa de Artes Musicais e Diretora Artística da Temporada de Música Sons na Tarde.
Participou na estreia mundial das obras “Magnificat em Talha Dourada” e “Horto Sereníssimo”, do compositor Eurico Carrapatoso, bem como no conto infantil “O que aconteceu no Museu da Música…”, do compositor Sérgio Azevedo. Estreou  a “Inventio 2”, de Bruno Gabirro, a versão para cravo da peça “O Natal da Nônô”, de Eurico Carrapatoso, e a peça “Prelúdio e Festa”, de Sérgio Azevedo, especialmente escrita para ela.
Em 2009, foi Assessora Musical do premiado filme do realizador chileno Raúl Ruiz, “Mistérios de Lisboa”.
Em 2011 foi a cravista convidada para o II Concurso Internacional de Composição Fernando Lopes Graça, dedicado ao cravo. Conta com uma já longa carreira como solista e diversos discos gravados com diferentes ensembles.
É Diretora Musical do Grupo Melleo Harmonia.

Rute Dutra (soprano)
Concluiu o curso geral de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional. É licenciada em Canto pela Guildhall School of Music and Drama de Londres (como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian) e Mestre em Ensino Especializado da Música, variante de Canto, pela Escola Superior de Música de Lisboa. Paralelamente, concluiu o segundo ano do Curso de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa e frequentou vários cursos de aperfeiçoamento técnico e estilístico, com cantores e professores de Canto de renome internacional, como Max von Egmond, Marius van Altena, Helmut Lips, Jill Feldman, Emma Kirkby, Nancy Argenta, Rudolf Pierny, Richard Jackson, François Le Roux, Catherine Wilson, Graham Clark, Sarah Walker, entre outros.
Foi membro do Coro de Câmara de Lisboa e trabalha regularmente com o Coro Gulbenkian e Voces Caelestes, não só como coralista mas também como solista. Apresenta-se regularmente como solista em agrupamentos de Música Antiga, tendo já colaborado com a Capela Real, Flores Musica, Orquestra de Cascais e Oeiras, Orquestra das Beiras, Orquestra do Centro Cultural de Belém e Melleo Harmonia. Destaca-se, ainda, no seu percurso performativo a realização de diversos recitais com piano com solistas como Nicholas Mcnair e João Crisóstomo, nomeadamente, na Fundação Calouste Gulbenkian, Convento dos Remédios de Évora, no Teatro da Trindade, no Salão Nobre do Conservatório de Lisboa e na
Antena 2.
É convidada regularmente a fazer workshops de técnica vocal, nomeadamente, para o Coro Lisboa Cantat. Lecionou Canto e Técnica Vocal em diversas Escolas de Música e Conservatórios nacionais,  mas é na Escola de Música do Conservatório Nacional que, desde 2001, tem desenvolvido a sua prática no domínio da pedagogia do Canto.

Sara Afonso (soprano)
Iniciou os seus estudos musicais em piano com Margarida Cunha Matos, tendo depois
ingressado no Instituto Gregoriano de Lisboa, na classe de Manuel Fernandes. Aí iniciou o estudo da técnica vocal, com Ana Leonor Pereira. Ingressou posteriormente na Escola de Música do Conservatório Nacional, no curso de canto, sob a orientação de Manuela de Sá e de José Manuel Brandão. Participou em cursos de aperfeiçoamento e masterclasses com Susan Waters, Lucia Mazzaria, João Lourenço, Cristina Miatello, Vitali Rozynko.Apresentou-se no Teatro Nacional de São Carlos, na ópera “Il Sogno dello Zingano”, de António Miró (direção de João Paulo Santos).Dedicando parte do seu trabalho à interpretação de compositores portugueses, participou em 2013 na estreia moderna da opereta cómica “A Morte do Diabo”, da autoria de Eça de Queirós e Jaime Batalha Reis, com música de Augusto Machado, e na estreia moderna da Missa “Tantum Ergo” de João Domingos Bomtempo.
Recentemente interpretou, como solista, a “Missa em Dó M”, Op. 86, de Beethoven (Orquestra de Câmara Portuguesa, dirigida por Pedro Carneiro) e o “Messias” de Händel (Orquestra de Câmara do Sul, sob a direção de Cesário Costa).
Apresentou-se como Despina na produção da Orquestra Metropolitana de Lisboa da ópera de Mozart “Così Fan Tutte”.
Colabora com o Coro Gulbenkian. Frequentou o curso profissional de atores da Act.
É licenciada em Psicologia pela Universidade de Lisboa.

Joana Nascimento (contralto)
Estudou Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional com Manuela de Sá.
Posteriormente, trabalhou com Liliana Bizineche e Susana Teixeira. Como bolseira da Fundação Gulbenkian, estudou no Trinity College of Music, em Londres, sob a orientação de Hazel Wood.
Participou em cursos de aperfeiçoamento com Jill Feldman, Peter Harvey, Peter Harrison,
Helmut Lips, Marius van Altena, Max van Egmond, Martyn Hill, Iris dell’Acqua, Omar Ebrahim, Ian Pastridge, Dorothy Dorow, Robert Tear e Ron Murdock, entre outros. Como solista, cantou obras de Monteverdi, Vivaldi, Bach, Haendel, Pergolesi, Mozart (entre outras, “Requiem”, no Grande Auditório do CCB), Haydn, Mendelssohn, Beethoven, Rossini, Saint-Saëns, Bruckner, Vaughan Williams, Honegger, Stockhausen e Louis Andriessen (no âmbito dos 26.os Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea). Desempenhou os papéis de “Pastore”, na ópera Orfeo de Monteverdi, “Joaz”, na ópera com o mesmo nome de Benedetto Marcello, “Fatima”, na ópera Zaira de Marcos Portugal (estreia moderna no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian), “Strawberry Woman”, na ópera Porgy and Bess de Gershwin, e “Mrs. Noye”, na ópera Noye’s Fludde de Britten. Apresentou-se com a Orquestra Gulbenkian no Festival ao Largo (iniciativa do Teatro Nacional de São Carlos), interpretando El Amor Brujo de Manuel de Falla. Em recital, apresentou-se com os pianistas Helena Rodrigues, João Crisóstomo e Nicholas McNair.
É membro fundador do grupo vocal Voces Caelestes. Colabora regularmente com o grupo vocal Officium e o Coro Gulbenkian. Paralelamente ao seu trabalho artístico, desenvolve intensa atividade na área da pedagogia da voz.

Inês Madeira (contralto)
Curso de Canto do Conservatório Nacional de Lisboa e Pós-graduação no Estúdio de Ópera da Flandres (Gent/Bélgica) como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.
Em ópera interpretou os papéis de Dido em “Dido and Aeneas” de Purcell; Lisinga em “Le Cinesi” de Gluck; Terceira Dama em “Die Zauberflöte” de Mozart; Narrador em “Fables” de Ned Rorem; Amastre em “Serse” de Handel; Frau Peachum e Jenny em “Die Dreigroschenoper” de Kurt Weill; Carmen em “La Tragédie de Carmen”, uma adaptação de Peter Brook da Carmen de Bizet; Elisa em “La Spinalba” de F.A. de Almeida; Joana em “Saga” de Jorge Salgueiro; Rosinha em “Orquídea Branca” de Jorge Salgueiro; Hanna em “Jerusalém” de Vasco Mendonça; Luggrezia em “Il frate Nnamorato” de Pergolesi; vários personagens no musical “Deus Pátria Revolução” de Luis Bragança Gil; Serena em “A Morte do Palhaço” de Raul Brandão/José Mário Branco; Deuladeu em “DeuLaDeu” de Jorge Salgueiro; Princesa Natura no musical para crianças “Planeta Tupi” de Pessoa Junior; Mulher em “Michael Kohlhaas” de Ulrich Rasche; Protestante em “Apokalypse” de
Ulrich Rasche; Mãe em “Il sogno del Zingano” de Antonio Miró; Narrador no monodrama “Noite Inquieta” de Frank Nuyts; Cléo em “Paternel” de Frank Nuyts; Criança na ópera para crianças “Ver e Ler, Ler e Ver – O Hipopótamo” de Jorge Salgueiro. Em Oratória fez “Ode for the birthday of the Queen Anne” de Handel; “Jonas” de Carissimi; “Te Deum” de Charpentier; 1st and 2nd “Messe Solennelle” de Hanssens Junior; “Salve Regin”a de Martin-Joseph Mengal; “O Conquistador” de Jorge Salgueiro; “Missa em Fá” de Francisco A. de Almeida. Em 2004 foi vencedora do “Temple Square Concert Award” na Operaplus Summer School (Bélgica). Em 2012 gravou para a Naxus a ópera “La Spinalba” com os Músicos do Tejo.

Carlos Monteiro (tenor)
Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Setúbal, tendo estudado piano com António Toscano e técnica vocal com Silvia Martinho. Simultaneamente, licenciou-se em Ciências Farmacêuticas na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.
Fez o curso de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional na classe de Rute Dutra. Concluiu, com nota máxima no exame final, a licenciatura em Canto da Escola Superior de Música de Lisboa na classe de Luis Madureira. Trabalhou regularmente técnica e estilo com Jill Feldman. É membro do Coro de Câmara Lisboa Cantat. É membro do Grupo Vocal Olisipo. Como parte do ensemble La Capella Reial de Catalunya, cantou “Die Israeliten in der Wüste”, Carl Philipp Emanuel Bach, maestro Jordi Savall.
Entre várias produções em que se apresentou como solista destacam-se: concertos de inauguração dos 6 Orgãos da Real Basílica de Mafra e de entrega do prémio Europa Nostra; concerto no foyer do Teatro Nacional de São Carlos inserido no ciclo Viagens na Minha Terra II com a cantata “A Paz da Europa”, de João Domingos Bomtempo; Tenor em “Des Landes Verwiesen” – Ações Cénicas e Concertantes -1978 – de Juan Allende-Blin; Programa “Magnificat & Jubilate”, com Jordi Savall & Le Concert des Nations; “Serenade” Op. 31 (para tenor solo, trompa e cordas) de B. Britten; Cisne em “Carmina Burana”, de Carl Orff; “Missa em Dó Maior”, de L.V.Beethoven; Pastor em “Lauda per la Nativita del Signore”, de Ottorino Respighi; Tenor em “Le Roi David”, de Arthur Honegger; “The Messiah”, de G.F. Handel; “Oster-Oratorium”, BWV 249, de Johann Sebastian Bach.
Em Ópera interpretou o papel de Peppe na ópera “Rita”, de G. Donizetti; Pierre na ópera “A Vingança da Cigana”, de Leal Moreira.

João Rodrigues (tenor)
Integrou os elencos de “Porgy and Bess” (Crabman) de Gershwin, “Die Meistersinger von
Nürnberg” (Aprendiz) e “Parsifal” (3ºEscudeiro) de Wagner no T.N.S.Carlos, “Le Vin Herbè” de F. Martin no T.Aberto, “Il Matrimonio Segreto” (Paolino) de Cimarosa, “Cosi fan Tutte” (Ferrando) de Mozart, “Die Zauberflöte” (Tamino) de Mozart na F.C.Gulbenkian , “Susan”a (Carlos) de A.Keil, “A Florest”a (Professor de música) de E.Carrapatoso no T.S.Luiz , “A Vingança da Cigana” (Pierre) de Leal Moreira, “Raphael, reviens!” (Raphael) de B.Cavanna na F.C.Gulbenkian, “Francesca da Rimini” (Dante) de Rachmaninov, “Salome” (4ºJudeu) de Strauss no T.N.S.Carlos,”Bataclan” (Kekikako) de Offenbach, “Jerusalém” (Hinnerck) de V.Mendonça e “Paint Me” (Lee) de L.Tinoco na Culturgest. “Porgy and Bess” (Sporting Life) de Gershwin no C.C.Belém. Cantou com as orquestras da Juventude Musical Portuguesa, Conservatório da Covilhã, Gulbenkian, de Câmara de Cascais e Oeiras, Sinfonietta de Lisboa, Filarmonia das Beiras, Sinfónica Portuguesa, Metropolitana de Lisboa, do Algarve e da ESML Cantou em estreia absoluta “O meu Poemário Infantil” de E. Carrapatoso, concerto com transmissão direta para a União Europeia de Rádios, “Oratória Popular” de N.Côrte-Real. Efetuou no T.S.Luiz, recitais com o pianista Nuno Vieira de Almeida. Participou no concerto final da 1ª edição do Festival ao Largo, sob a direção do maestro David Levi, no T.N.S.Carlos. Efetuou no T.N.S.Carlos, concerto com o pianista João Paulo Santos. Estudou canto na EMCN com Filomena Amaro e na ESML com Luís Madureira, Helena Pina Manique e Elsa Saque. Trabalha com João Lourenço.

Tiago Mota (baixo)
De 2001 a 2007, estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, onde se formou em canto.
Tem uma vasta experiência, sobretudo nas áreas de música antiga e contemporânea, tendo colaborado, entre outros, com o Coro Gulbenkian e o Ensemble Officium. Desde 2007 mora em Basel, onde estudou canto medieval e renascentista na Schola Cantorum Basiliensis, com Dominique Vellard; obteve em 2012 o seu Masters em Canto e também em Ensemble vocal. Teve igualmente a oportunidade de trabalhar com Gerd Türk, Evelyn Tubb e Anthony Rooley, incluindo a gravação em CD de “The Passions”, uma oratória de William Hayes.
Colabora atualmente com o Huelgas Ensemble; o Choeur de Chambre de Namur, com quem gravou vários CDs, nomeadamente, o “Requiem” de Mozart e o “Vespro della Beata Vergine” de Monteverdi, sob a direção de Leonardo Alarcón; “Armonia degli Affetti”, ensemble barroco selecionado este ano para o festival de Ambronay, e também Basler Madrigalisten, com quem realizou a première de várias obras contemporâneas. Em 2006 e 2007, desempenhou o papel principal de Anão em “A Floresta”, uma ópera de Eurico Carrapatoso.
No início de 2012, participou como solista na ópera “The Fairy Queen”, de Purcell, no
Theater Basel e em Março de 2014, foi solista na ópera “Shiva para Anne”, a 3ª parte de uma trilogia composta por Mela Meierhans e apresentada no festival MaerzMusik.

Agostinho da Silva (tiorba & guitarra barroca)
Formou-se em Engenharia Naval, Engenharia Química e Engenharia Eletrotécnica, contando com diversas pós-graduações, nomeadamente, no domínio da Gestão de Empresas. Em 1995, foi co-fundador do grupo industrial CEI-ZIPOR, no qual desempenha funções de Administrador. Paralelamente, tem investido nos últimos anos na performance da tiorba, procurando orientação técnica em especialistas de referência, como Craig Marticelli e Christina Pluhar, constituindo o culminar de um longo percurso que se iniciou aos quatro anos pela mão do seu avô, músico auto didata, ao qual se soma uma incursão na música celta e tradicional portuguesa, tocando violino e bandolim; dez anos no coro da Universidade de Lisboa; a formação de um original Consort de Clarinetes vocacionado para a execução de música antiga; o lançamento de uma publicação, em 1985, com o título “Tratado de Acústica e Engenharia dos Cordofones”; complementando o seu atual interesse pela conjuntura musical da tiorba, com um estudo mais aprofundado sobre os sécs. XVI e XVII.

Ana Raquel Pinheiro (violoncelo)
Iniciou os seus estudos na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Concluiu a Licenciatura em violoncelo na ESART. Em 2007 ingressou na Scuola Civica di Musica di Milano, Itália, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian (desde o ano 2007 a 2010), onde frequentou a classe de violoncelo barroco do professor Gaetano Nasillo e terminou o curso “Biennio di Specializzazione” com a classificação máxima. Em Outubro de 2011 iniciou o curso de Mestrado na Academia Nacional Superior de Orquestra com o professor Paulo Gaio Lima. Frequentou master-classes com violoncelistas tais como Luís Sá Pessoa, Itziar Atutxa, Elisa Joglar, Leonardo Luckert, Paolo Beschi, Marco Frezzato, Rainer Zipperling, Paulo Gaio Lima, Jed Barahal, Xavier Gagne-Pan, António Meneses, Márcio Carneiro, Jian Wang, Anner Bylsma, Ivan Monighetti, Luis Claret e Cristoph Coin. Obteve o 2º prémio ex-aequo no Concurso de Arcos Júlio Cardona em 2001, o prémio “Melhor Músico da cidade da Covilhã”. Em Itália obteve uma bolsa de mérito da Fondazione Marco Fodella. Gravou como 2º Violoncelo os CD’s “Sonatas de Graziani” e “Concertos de Graziani” com o violoncelista italiano Marco Testori, e como violoncelo principal “Trio Sonatas de Caldara” com o grupo El Arte Musico para a editora espanhola Verso. Desde o ano 2005 colabora com a orquestra barroca “Divino Sospiro”,  e com a Orquestra e Ensemble “Músicos do Tejo”. É membro fundador do “Quarteto Arabesco”. Colabora como violoncelo principal no grupo “El Arte Musico” em Madrid. Desde 2013 leciona violoncelo na master-class da Lisbon Film Orchestra, na Master-class de cordas da AMSC e no Estágio da Orquestra Nacional de Jovens do Festival Internacional de Música da Figueira da Foz. Também lecionou e organizou o Workshop Dancing Strings do Festival “Les Lumières” na cidade de Helsínquia, Finlândia.

 

Entrada Livre

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