A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Para um blogue que, como o nosso, decidiu à partida não se ocupar com o futebol, considerando a torrente de paixão irracional que provoca até mesmo em criaturas de privilegiada capacidade, temos ultimamente dedicado muito espaço não propriamente à modalidade desportiva, mas aos seus reflexos numa importante parte do mundo actual. Como uma estação de tratamento de resíduos, os detritos sociais de uma aldeia global eivada de contradições, passam por um jogo que, em princípio, devia apenas ser jogado num rectângulo de relva por 22 jogadores que disputassem a posse de bola e nessa competição de perícia, fruíssem o saudável prazer do desporto e proporcionassem a quem assistia um espectáculo bonito e emocionante. Nós não alterámos a nossa postura ante o fenómeno futebolístico – será o «desporto-rei», mas nós, sendo anti-monárquicos, não respeitamos realezas.
Os credos, futebol e partidos têm uma logica de seita.