Depois de a sociedade ter sido “registada” pela pintura, a fotografia veio trazer a hipótese de uma hipótese de o fazer, de uma mais rápida e instantânea.
O fotojornalismo é uma forma de retrato de um tempo em constante mudança. Por exemplo, Henri Cartier-Bresson (1908-2004) disse: “A minha paixão nunca foi pela fotografia “em sim mesma”, mas pela possibilidade de registar, numa fracção de segundo, a emoção propiciada pelo tema e a beleza da forma, quer dizer, uma geometria despertada pelo que é oferecido”.
E assim há imagens que ficam históricas, porque nos trazem aquilo a que não estivemos a assistir. Por exemplo a de Huynh Cong Ut, com o sofrimento da guerra do Vietname, que ganhou o Prémio Pulitzer, em 1973.
Uma outra hipótese, é servir-mo-nos dela de uma forma mais rebuscada, tentando passar uma ideia. O trabalho conjunto de Salvador Dali e Philippe Halsman, de 1951, “In Voluptas Mors”, dá- nos uma fotografia surrealista em que, a partir de corpos de mulheres se pode ver uma caveira.
Podemos chamar-lhes “quadros vivos”, que exigiam muito trabalho, rolos de filmes e horas de montagens para transpor em fotografias o imaginário surrealista.
Na Infopédia dizem-nos que Philippe Halsman foi “fotógrafo russo, nasceu em 1906, em Riga, desenvolvendo os seus estudos na área da Engenharia. Quando vai para Paris em 1928, dedica-se à fotografia de moda e ao retrato. Emigra para os Estados Unidos da América em 1940 onde trabalha para a revista Life. Amigo de Salvador Dali, trabalhou com o pintor em diferentes projetos durante mais de trinta anos. Este trabalho conjunto acaba por influenciar os trabalhos fotográficos de Halsman. É considerado um dos mais criativos e originais fotógrafos do século XX. Morreu em 1979, em Nova Iorque.”
A fotografia, tem várias componentes na ótica de quem apresenta : pode servir como hoby,formativa, de família, de férias, também como trabalho descritivo, ela ensina-nos a ver o belo nas coisas,e nas pessoas.
Com isso pretendo dizer que a fotografia formou a minha consciência
A fotografia, tem várias componentes na ótica de quem apresenta : pode servir como hoby,formativa, de família, de férias, também como trabalho descritivo, ela ensina-nos a ver o belo nas coisas,e nas pessoas.
Com isso pretendo dizer que a fotografia formou a minha consciência para o belo.
A fotografia, tem várias componentes na ótica de quem apresenta : pode servir como hoby,formativa, de família, de férias, também como trabalho descritivo, ela ensina-nos a ver o belo nas coisas,e nas pessoas.
Com isso pretendo dizer que a fotografia formou a minha consciência
A fotografia, tem várias componentes na ótica de quem apresenta : pode servir como hoby,formativa, de família, de férias, também como trabalho descritivo, ela ensina-nos a ver o belo nas coisas,e nas pessoas.
Com isso pretendo dizer que a fotografia formou a minha consciência para o belo.
Nossa, que conceitual. Adorei! Amo fotografia. Parabéns pelo artigo.