Sappho
A brisa que ainda sopra nos rochedos
não deisará esquecer os ventos negros
que destruíram versos, elegias,
palavras, ritmos, sons e melodias
da décima, entre as musas mensageira
de Eros e Afrodite, a companheira
de Apolo.
E hão de cantar o vento favorável
que inchou as velas altas de poesia,
a espuma levantada pelos remos
no azul do mar Egeu, cristal de nuvens,
o néctar cor de fogo dos vinhedos
e o ouro da cevada na planura.
Sappho
A brisa que ainda sopra nos rochedos
não deisará esquecer os ventos negros
que destruíram versos, elegias,
palavras, ritmos, sons e melodias
da décima, entre as musas mensageira
de Eros e Afrodite, a companheira
de Apolo.
E hão de cantar o vento favorável
que inchou as velas altas de poesia,
a espuma levantada pelos remos
no azul do mar Egeu, cristal de nuvens,
o néctar cor de fogo dos vinhedos
e o ouro da cevada na planura.
Sappho
A brisa que ainda sopra nos rochedos
não deisará esquecer os ventos negros
que destruíram versos, elegias,
palavras, ritmos, sons e melodias
da décima, entre as musas mensageira
de Eros e Afrodite, a companheira
de Apolo.
E hão de cantar o vento favorável
que inchou as velas altas de poesia,
a espuma levantada pelos remos
no azul do mar Egeu, cristal de nuvens,
o néctar cor de fogo dos vinhedos
e o ouro da cevada na planura.
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Sappho
A brisa que ainda sopra nos rochedos
não deisará esquecer os ventos negros
que destruíram versos, elegias,
palavras, ritmos, sons e melodias
da décima, entre as musas mensageira
de Eros e Afrodite, a companheira
de Apolo.
E hão de cantar o vento favorável
que inchou as velas altas de poesia,
a espuma levantada pelos remos
no azul do mar Egeu, cristal de nuvens,
o néctar cor de fogo dos vinhedos
e o ouro da cevada na planura.