Com o lema “Lisboa é minha, é tua e de quem a apanhar”, o Lisboa na Rua celebra o Verão na cidade. Traz-nos música às praças e cinema aos becos, exposições aos largos e performances às ruelas, para oferecer noites e fins-de-tarde memoráveis aos lisboetas e aos que nos visitam.
A programação do Lisboa na Rua é grátis e é ecléctica porque se quer de e para todos. Viajamos pelo jazz das big bands até à música de bandas francesas emergentes, que actuam num coreto de Lisboa como se fosse em Paris. Porque a identidade da cidade é também ela múltipla e diversa, sem deixar de ser portuguesa e fadista dos sete costados: tanto ouvimos fado no Largo de São Carlos como ragtime nos parques, a fazer lembrar os loucos anos 20.
A cidade é a musa desta edição do Fitas na Rua, que transporta o cinema para sítios inesperados, procurando um casamento perfeito entre a temática do filme e o lugar em que é exibido. As fitas mostram-nos Lisboa vista pelos nossos olhos e através do olhar do outro, em muitos tempos diferentes.
A arte contemporânea está presente e é para todos, através de exposições, performances, vídeo arte e intervenções no espaço público. E este ano, o teatro também marca presença, através de uma parceria com o Teatro Nacional D. Maria II, que sai à rua connosco.
10 Setembro L.U.M.E. – LISBON UNDERGROUND MUSIC ENSEMBLE 1
10 Setembro Largo de São Carlos 19h00 L.U.M.E. – LISBON UNDERGROUND MUSIC ENSEMBLE O L.U.M.E. – Lisbon Underground Music Ensemble é um projecto do compositor Marco Barroso, que tem o objectivo de criar um espaço de expressão da sua música, num contexto orquestral particular, com afinidades no modelo clássico da Big Band. Constituído por alguns dos músicos mais experientes da cena jazz e erudita nacional, L.U.M.E. é uma proposta verdadeiramente original. O grupo procura aliar de forma sinérgica a composição escrita com elementos de improvisação, num contexto eclético e autoral, assumindo referências tão diversas que vão do funk à música textural, do boogie-woogie a ambientes impressionistas. Seja por uma dramatização (muitas vezes irónica) das práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou música erudita, seja pela incursão no experimentalismo, a música de Marco Barroso e do L.U.M.E. reconstrói, de forma original e pertinente, a carga patrimonial do “bigbandismo”, fugindo assim aos seus padrões mais convencionais e abrindo novas e refrescantes perspectivas estéticas. Nascido em 2006, o L.U.M.E. lançou, em Outubro de 2010, o seu primeiro disco, pela editora JACC Records. Desde então tem vindo a apresentar-se em inúmeros festivais e concertos, dos quais se podem destacar o Festival Jazz no Palácio, Tavira (2011); o Festival CCBeat, Lisboa (2011); o Seixal Jazz (2011), a Festa do Avante (2011); o Festival Imaxinasons – Vigo, Espanha (2011); o Festival de Músicas do Mundo – Sines (2011); o Jazz no Parque, da Fundação Serralves (2012) e o Prémio Jovens Músicos RTP2, em Lisboa (2013). Em Setembro de 2013, a editora holandesa Challenge lançou para todo o mundo, a segunda edição do primeiro disco “L.U.M.E.” Mais recentemente, a formação apresentou-se no Hot Clube de Portugal, no Teatro Municipal da Guarda, no festival Jazz em Agosto, da Fundação Calouste Gulbenkian e no ciclo Outono em Jazz, da Casa da Música.