«Os Sons da República», de Rui Vieira Nery
Apresentação por Fernanda Rollo
7 de dezembro | 18.30h
Fundação José Saramago (Casa dos Bicos)
Entrada livre
«Os Sons da República» apresenta um estudo diacrónico do panorama musical português da era republicana, correlacionado com os paradigmas vigentes antes e depois daquele período, e com o contexto cultural e social da sociedade portuguesa sua contemporânea.
Temas tão diversos e aparentemente antagónicos como a orquestra sinfónica e a banda filarmónica, a Ópera e a Revista, o Fado e a Canção de Câmara são aqui abordados numa perspetiva crítica que os integra e concilia.
O estudo teoriza sobre «A Herança Musical da Monarquia Constitucional», «O Ensino Vocacional da Música», «As Orquestras dos Cidadãos», «O Dinamismo Musical da Sociedade Civil», «O São Carlos e a Representação Social das Elites», «À Procura de uma Identidade Musical Portuguesa», «Do Salão Burguês ao Espetáculo Público» e «A Explosão da Música Popular Urbana», e sobre nomes tão relevantes como Alfredo Keil, Alexandre Rey Colaço, José Viana da Mota, Francisco de Lacerda, Óscar da Silva, Luís de Freitas Branco, António Fragoso e Fernando Lopes-Graça.
Divulgámos o lançamento do livro que nos pareceu importante. No entanto, não o temos em nosso poder. Por outros livros publicados pelo autor, podemos ver que ele seguiu aquilo que chama o “aborto ortográfico”. Se bem que eu também não o siga, não deixo de ler obras escrita ao seu abrigo, mas cujo conteúdo considero interessante.
Solicito a seguinte informacao:
O livro está escrito em portugues correcto, ou em portugues adulterado pelo “aborto ortográfico”?
Divulgámos o lançamento do livro que nos pareceu importante. No entanto, não o temos em nosso poder. Por outros livros publicados pelo autor, podemos ver que ele seguiu aquilo que chama o “aborto ortográfico”. Se bem que eu também não o siga, não deixo de ler obras escrita ao seu abrigo, mas cujo conteúdo considero interessante.