A Segunda Sinfonia de Beethoven reflecte a afirmação de um estilo pessoal que se tornaria inconfundível. Com um primeiro andamento grandioso e pleno de contrastes dinâmicos e de orquestração, tem no Larghetto seguinte uma invenção melódica prodigiosa. Berlioz disse que “era uma pintura deslumbrante de uma felicidade inocente apenas ensombrada por alguns raros acentos de melancolia”. Através dos comentários de Helena Marinho partimos à descoberta desta pintura e dos seus mais preciosos detalhes.