A praça descansa e espera nova enchente de pessoas.
Umas correndo apressadas, a caminho de algo, sendo ela, a praça, ponto de passagem. Nem para ela olham, nem a sentem.
Outras, pelo contrário, procuram-na pela sua beleza, pela possibilidade de paragem. Sentadas nas cadeiras das esplanadas, conversam sobre a vida, planeiam os passos seguintes, leem o livro preferido, saboreiam um café fumegante ou um copo de vinho.
São estas as preferidas da praça. São estas as que ela espera todas as manhãs.