ARTISTAS UNIDOS – AINDA NÃO ACABÁMOS – COMO SE FOSSE UMA CARTA – de JORGE DE SILVA MELO – AMANHÃ, 8 de FEVEREIRO, às 19 horas – SÃO LUÍS TEATRO MUNICIPAL

 

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Convite | AINDA NÃO ACABÁMOS como se fosse uma carta de Jorge Silva Melo | Sala Principal do S. Luiz Teatro Municipal

Ainda não acabámos - I

Os Artistas Unidos têm o prazer de convidar para a estreia de AINDA NÃO ACABÁMOS como se fosse uma carta de Jorge Silva Melo.

Na Sala Principal do S. Luiz Teatro Municipal, 8 de Fevereiro, às 19h00

Entrada livre (sujeita à lotação da sala).
Levantamento de bilhetes no próprio dia a partir das 13h00 até 2 por pessoa.

AINDA NÃO ACABÁMOS como se fosse uma carta de Jorge Silva Melo

Com depoimentos de Álvaro Lapa, Fernando Lemos, Jean Jourdheuil, Jorge Martins, José Medeiros Ferreira, Luiza Neto Jorge, Manuel Wiborg, Sofia ArealSpiro Scimone e a participação de  Américo SilvaAntónio SimãoCatarina WallensteinElmano SanchoIsabel Muñoz Cardoso, João Meireles, João Pedro Mamede,  Maria João Luís, Maria João PinhoMiguel Borges, Pedro CarracaPedro GilRita BrüttRúben GomesVânia Rodrigues (e muitos outros) Cenários e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia  José Luís Carvalhosa Som Armanda Carvalho Montagem Miguel Aguiar e Vítor Alves Realização Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos/RTP

Sou eu que escrevo esta carta, como se fosse uma carta, sim, sou eu. Não tanto para falar de mim, mas do que me prometeram, daquilo que perdi, daquilo que consegui continuar. Prometeram-me um mundo de linhas simples, cresci quando se fazia, ao lado da minha escola, o edifício das Águas Livres de Nuno Teotónio Pereira, Portugal saía do português-suave que se sobrepôs ao modernismo. O mundo que imaginei meu seria assim, simples, sem enfeites. Foi o que me prometeram tantos dos que vieram antes de mim. Visito aqui os locais – nem todos – que me disseram seriam os da minha vida. Que foi feita por outros que a desenharam. Em Lisboa, ou em Paris, onde trabalhei e onde me sinto em casa. Ou Roma onde não cheguei a instalar-me. Lembro muita gente que me contou o mundo – mas nem todos.. É uma carta. Ou… É um auto-retrato (auto-filme? auto-golo) comigo de costas: para que quem veja, veja o que eu vejo. Aquilo que vejo (vi, verei) será aquilo que sou? Mas é uma carta, é a ti que quero contar, a ti, rapaz que quiseste ser actor.

Jorge Silva Melo

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