A notícia de um golfinho bebé que morreu, na Argentina, depois de ter sido retirado do mar por um grupo de banhistas para ser fotografado, correu mundo.
O excesso de tempo fora de água fez com que o animal desidratasse, causando a morte. O que não impediu que, mesmo morto, continuassem nas mãos dos energúmenos que – ó suprema felicidade! – continuaram a ter selfies com o animal e depois o deixaram morto no areal.
A imagem que também anda nas redes sociais não chega para me sentir vingada!
O golfinho é uma espécie com uma relação especial com o ser humano, ajuda-o e pede-lhe ajuda.
Por exemplo, ajudam os homens na pesca cooperativa (interação entre golfinhos e seres humanos em que aqueles auxiliam os pescadores na captura dos peixes, sozinhos ou em equipa)
Uma prova mais ou menos irrefutável da inteligência superior é a capacidade da empatia, a possibilidade de “se colocar no lugar do outro”, de antecipar suas reações, suas emoções, talvez também o perigo que está prestes a enfrentar. Os golfinhos mostram-no e defendem humanos que se encontram em apuros.
No seu livro “ A sabedoria dos golfinhos”, Susan Yoder e Major Benton dizem-nos:

