8 DE MARÇO, DIA DA MULHER ASSINALADO EM TODO O PAÍS por Clara Castilho

São várias as iniciativas ou declarações de compromisso. Realçamos só alguns.

– No ano em que faz 40 anos, a UMAR/ União de Mulheres Alternativa e Resposta renova o seu compromisso: estar sempre ao lado das mulheres na luta pela igualdade plena: www.umarfeminismos.org.

– O Movimento Democrático de Mulheres promove uma iniciativa em Lisboa, no próximo dia 12 de Março (sábado), entre as 14.30H e as 18.00H, para a qual convida as mulheres para erguerem as suaas vozes pela transformação e construção de uma sociedade. Inicia-se no Cais do Sodré junto ao Rio, com um desfile no Passeio Ribeironho que termina no Jardim da Doca Seca. Haverá música, poesia, pintura e intervenção políticas.

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– A Associação Solidariedade Imigrante e o seu Grupo das Mulheres Imigrantes aproveita a data para relembrar que as mulheres continuam, ainda hoje, a ser discriminadas em vários aspetos da vida. O grupo é composto de mulheres de várias origens (África do Sul, Brasil, Cabo-Verde, França, Gana, Guiné Bissau, Itália, Luxemburgo, Portugal e Roménia) e pretende dar voz às mulheres para que possam ser protagonistas na luta pelos seus direitos. Este ano, as mulheres da SOLIM, em colaboração com o Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa (GTO LX), vão apresentar uma peça de Teatro Fórum “Juntas contra a violência” que vai refletir sobre os vários tipos de violência que uma mulher pode encontrar na sua vida (violência psicológica, violência física, violência domestica, assedio, violação etc.). Depois da peça de teatro haverá um debate em qual estão todos convidados a participar.

Programa:
19h00: Sessão de abertura: Apresentação do Grupo / Números e factos sobre as mulheres no mundo
19h30: Peça de teatro fórum: Juntas contra a violência
20h00: Debate
20h30: Sessão de encerramento: Conclusões e objetivos

– No Largo Camões, às 15:30, exposição dos jornalistas da Visão, Teresa Campos e José Carlos Carvalho – “Aqui morreu uma mulher”, mostrando os locais dos crimes de violência doméstica e contar as histórias das mulheres que viram as vidas ceifadas durante todo o ano de 2015, em que ocorreram 28 mortes.

– Na Associação José Afonso  de Lisboa, haverá um concerto com Filipa Pais.

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