A América, e com ela o Ocidente, num impasse perigoso com as eleições presidenciais de Novembro – A vitória ilegal de Clinton pode significar a balcanização ou a Revolução nos Estados Unidos

Selecção  e tradução de Júlio Marques Mota

Revisão de Francisco Tavares

A América, e com ela o Ocidente, num impasse perigoso com as eleições presidenciais de Novembro

A vitória ilegal de Clinton pode significar a balcanização ou a Revolução nos Estados Unidos

by globalintelhub

Zero Hedge

Muitos já repararam que o tempo parece estar a acelerar-se. As horas, os dias, as estações e os anos parecem voar mais rápido do que nunca. Uma hora já não se sente como sendo 60 minutos (a menos que se esteja numa fila à espera!). Uma semana parece passar a correr para a próxima. É como se estivéssemos a observar a imagem difusa de um comboio a passar em alta velocidade.

Parece que não é possível até digerir e assimilar a informação tão rapidamente quanto ela passa por nós. Wikileaks divulgou mais e-mails de Hillary Clinton e, de entre toda a gente, Bill OReilly expõe uma conspiração massiva contra Trump, Um rastreamento libertário para obter 10% dos votos, um delegado eleitoral foi apanhado por uma câmara dizendo o ‘resultado está combinado’ a favor de HRC, a Rússia está em queda; O que virá a seguir? Vou lhe dizer o que se segue … Mas em primeiro lugar, uma lição rápida…

O actual paradigma de controlo social não controla as pessoas a 100%. Isto não funciona como se houvesse um botão que se pode pressionar em Washington, e Joe canalizador levanta o braço direito e faz a saudação. Isto é um sistema ineficiente, ultrapassado, mas eficaz – de propaganda que funciona a vários níveis. A televisão com suas ondas hertzianas, os produtos químicos nos alimentos, as drogas como o Prozac, Zoloft, Viagra, Valium, e agora no oeste a Marijuana, tudo projetado para fazer cada um de nós um muito feliz gordo idiota. Bem, nem toda a gente está sob prescrição de medicamentos e nem toda gente utiliza assim a TV , e isto é uma prova de que este “sistema” não é 100% eficaz! Além disso, mesmo para aqueles de ‘dentro’ do sistema, isto não os controla a 100%. O sistema controla ‘a mente de grupos”ou “grupos de reflexão”- o que significa, de forma sutil, o establishment pode ser contra TRUMP mas de tal forma que na primeira será eleito, mas Mike PENCE é o verdadeiro jogo. Este cenário de jogo, pacifica as pessoas reais ‘acordadas’, com uma vitória de TRUMP, mas para se ter um verdadeiro homem do establishment na Casa Branca pouco depois. Estou apenas a dizer – é um dos possíveis cenários considerados – mas cada um pode apostar o que quiser que os supercomputadores do Departamento da Defesa, DOD [Department of Defense] , estão a operar a plena capacidade para enquadrar esta situação, porque uma falha coletiva para unir as pessoas quando elas estão com raiva e armadas pode significar uma coisa: REVOLUÇÃO. Substitua essa palavra corretamente por ANARQUIA ou CAOS porque isto não é realmente uma REVOLUÇÃO, como a revolução bolchevique que foi planeada e defendida com base em conceitos intelectuais. Isto seria mais uma REVOLTA, contra um falhado establishment já em rutura e que não evoluiu com os tempos e o trabalho que tem feito é um trabalho pobre, pobre, pobre trabalho de gestão.

Nota para as elites – se se quiserem congratular, certifiquem-se então de que mantêm o povo completamente feliz e bem alimentado, para que o povo não perceba o que vocês andam a fazer. Povo feliz significa povo submisso, povo controlado pelo governo.

O Establishment é tão contra Trump que até é assustador. É a prova de que ele realmente é um “candidato” independente e que não foi “subornado” pelos poderes para ser submisso. Mas em qualquer caso, mesmo para os adeptos fervorosos de Trump uma vitória de Hillary Clinton através de uma eleição fraudulenta, conforme descrito por uma autoridade eleitoral “transportando eleitores de cabine de votação em cabine de votação” pode até ser MELHOR do que uma vitória de Trump. Porque, se TRUMP ganhar a eleição, isso é uma POSSIBILIDADE de mudança, não a GARANTIA de mudança. Uma vez que Trump esteja na Casa Branca, eles farão tudo e mais alguma coisa para lhe tornarem o trabalho impossível. Não se sabe como TRUMP agiria em tal situação – nem mesmo ele sabe. Ele pensa que sabe – mas ele vai encontrar coisas que não esperava uma vez que lá chegue.

 

 A palavra fraude é aqui a hipótese posta pelo autor do texto e em que segundo ele, não seria a primeira vez nos Estados Unidos. Na semana passada noticiava-se o seguinte, que transcrevemos apenas:

O representante do Partido Democrata de Manhattan na Comissão de Eleições foi apanhado num vídeo secreto a criticar ferozmente o programa municipal de ID (Identificação) lançado pelo Mayor (Presidente da Câmara) Bill de Blasio (também do Partido Democrata, acrescente-se) acusando-o de contribuir para “todo o tipo de fraudes” – inclusive nas próprias urnas.

“Nós distribuímos cartões de identificação (ID) de Bill de Blasio. É como uma carta de condução, mas pode ser usada para tudo”, disse o membro da Comissão de Eleições Alan Schulkin no vídeo feito sob disfarce pela “muckraker” (profissional de denúncias públicas nos EUA) ligada à organização conservadora não lucrativa Project Veritas.

“Mas eles não controlam para ver quem são as pessoas. Qualquer pessoa pode lá ir e dizer “Sou o Joe Smith. Quero um cartão de identificação, disse ele na gravação bombástica.

“É absurdo. Há muitas fraudes. Não apenas fraudes de eleitores, todo o tipo de fraudes … É por isso que sou cada vez mais conservador à medida que tenho mais idade”. Shulkin não colocou restrições à jornalista disfarçada que se identificou como sendo uma consultora política numa festa da United Federation of Teachers, em 16 de Dezembro.

Não se apercebendo que estava a ser gravado, contestou a posição do seu próprio partido de que os requisitos de identificação dos eleitores prejudica os pobres e as minorias. Schulkin disse que apoiou a efectiva identificação dos eleitores para evitar a fraude descontrolada.

“A lei diz que não se pode perguntar por nada. O que na verdade devia poder fazer-se”, disse Schulkin, de acordo com uma cópia do vídeo e da transcrição fornecida ao jornal The Post.

(…)

“O Mayor (Presidente da Câmara) Bill de Blasio exigiu a demissão do membro da Comissão Eleitoral que disse num vídeo feito sob disfarce que o programa municipal de identificação (ID) está a contribuir para a fraude de eleitores nas urnas.”

 

Independentemente do resultado, parece que se houver uma qualquer negociata engraçada em época de eleição, o que parece que irá certamente acontecer, isso irá “despertar” uma enorme quantidade de eleitores para o facto de que a América foi desde há muito tempo comprada e vendida como quase todos os outros países do planeta. Isso poderá iniciá-los por um caminho onde eles podem começar a fazer perguntas sobre o status quo e isso poderá mudá-los. Eles podem querer aprender coisas, tais como a forma como o sistema financeiro funciona – para onde ‘vai o dinheiro’- porque vale o nosso cada vez menos, ano após ano? Assim, por mais angustiante que possa ser ver uma vitória de Clinton através de fraude eleitoral, certamente não seria a primeira vez na América (ver resultados das eleições de 2000), e pode até pode ser realmente uma coisa boa, a longo prazo, tanto quanto aqueles ingénuos que acreditam “que isso não pode acontecer na América” venham a mergulhar num enorme barril de petróleo quente……. a que eles chamam ‘realidade’.

BALKANIZAÇÃO

Aqui está um tópico que nós devemos explicar de forma a que as pessoas estejam preparadas, aqueles que não estão conscientes da história da América, ou da estrutura da lei e de como é que os Estados têm um relacionamento eleitoral com o Governo Federal. Os Estados Unidos da América é um super-Estado, não é um país, como a Suíça é um país, é uma GRANDE; GRANDE EMPRESA, um conglomerado Federal multi nacional e é composto por 50 principais Estados-membros acionistas e alguns ‘quase’ acionistas que podem votar, mas não pagam impostos nem podem ter senadores, como Porto Rico. Devido ao enorme PODER desfrutado pelos Estados Unidos, esta estrutura é considerada como sendo forte, mas não confunda essas características. Na verdade, a história dos Estados Unidos tem sido muito aleatória, não foi planeada, pelo menos ao nível Federal. Muitos dos aspetos de como os EUA funcionam acontecem como uma “solução resultante da reação a um problema” e assim de repente foi criada a FEMA [Federal Emergency Management Agency], uma agência que muitos pensam como equivalente a um cavalo negro apocalíptico pronto para administrar o fim dos tempos, quando na realidade é uma agência de assistência social para ajudar as pessoas depois das tempestades, que não têm seguros ou carros para retirar para fora das áreas de emergência ou até mesmo dinheiro para uma passagem de autocarro. O Governo Federal tornou-se algo único que será estudado por um longo período de tempo.

O que é ‘balcanização’ – simplesmente, um termo que significa a dissolução ou o desaparecimento dos EUA como uma entidade, na sua forma atual – tal como vemos muitos países ou ‘Estados’ – os Estados dos EUA são chamados de ‘Estados’, mas na verdade um ‘estado’ é um PAÍS. A França, por exemplo, é um ESTADO. Embora, a França faça parte da União Europeia, a UE foi significativamente organizada de forma mais adequada como uma federação, tanto quanto tinham já o exemplo dos EUA e do Reino Unido e tinham a tecnologia e outras ferramentas à sua disposição. A UE é o exemplo perfeito de porque razão um super-Estado não funciona, ou se quisermos um exemplo de super-Estado completamente falhado, o que dizer sobre a Jugoslávia? Uma ótima ideia e enquanto Tito esteve vivo – funcionou muito bem! Mas, depois, os chacais emergiram e a situação ‘balcanizou-se’, a Jugoslávia desfez-se – que é o que está a acontecer agora na América.

Dê, por exemplo, uma olhadela para a sondagem de opinião pública realizada no Texas sobre a secessão no Texas

 

 Nota de Tradutor-De Wikipédia :

Após a eleição presidencial de 2012, autocolantes, vinhetas e pequenos folhetos dizendo “separar” começaram a aparecer no Texas. A eleição também desencadeou uma onda de petições enviadas ao site da Casa Branca, “Nós, o povo”. Apesar da petição do Texas não ter sido a primeira a aparecer, esta passou para os outros Estados com mais de 125.000 assinaturas, bem acima das 25.000 para desencadear uma resposta. A petição afirmava que a secessão seria ” para proteger as ideias originais e as crenças dos nossos fundadores que já não estão a ser refletidos n aprática do governo federal” e defender os texanos de “flagrantes abusos dos seus direitos” . A petição de secessão do Texas foi seguida por uma outra de Austin para que lhes seja permitido separarem-se do Texas e e continuarem a fazer parte da União. A Casa Branca emitiu uma resposta de 476-palavras, rejeitando a ideia. [13]

Em Junho de 2016, quando uma maioria de 52-48 no Reino Unido votou deixar a União Europeia (UE) utilizando a hashtag #Brexit nos meios de comunicação social, tal iniciativa desencadeou um renovado interesse do Texas em formalizar os seus esforços para se separar dos s EUA, usando a hashtag #Texit.

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Notem o *- e isto foi realizado em Agosto, antes de todos os eventos recentes. Uma massa crítica bem empenhada facilmente poderia empurrar este sentimento para um valor bem acima de 50% e lembremo-nos que estas são sondagens dos políticos, as pessoas provavelmente estariam já perto de 80% a sentir a necessidade da secessão. Trump usa o bom exemplo de Obamacare e estabelece linhas em redor dos Estados. As pessoas no Texas, não se interessam em fazer parte dos EUA. A República do Texas quererá ficar de fora . E Nova York, finalmente dirá que ‘não os queremos, na NOSSA América’ – o que não incluirá, o Sul (The Deep South) – e os Mormons que controlam Utah, a Califórnia ao largo na sua própria terra LALA e continua a estar por ser visto como é que o centro-oeste pode associar-se com a Nova Inglaterra a este respeito – possivelmente isto pode ser a América’ real’ – Nova Inglaterra a Oeste e até à linha de Dakota do Norte , incluindo a região superior do Mississippi, Wisconsin, Michigan, Ohio, Illinois, Indiana, etc.

Notem o *- e isto foi realizado em Agosto, antes de todos os eventos recentes. Uma massa crítica bem empenhada poderia facilmente empurrar este sentimento para um valor bem acima de 50%, e lembremo-nos das sondagens dos políticos, as pessoas provavelmente seriam já perto de 80% a sentir a necessidade da secessão. Trump utiliza o bom exemplo de Obamacare e estabelece linhas em redor dos Estados. As pessoas no Texas, não se interessam em fazer parte dos EUA. A República do Texas estará contente por ficar de fora. E Nova York, finalmente dirá que ‘não os queremos, na NOSSA América’ – o que não incluirá, o Sul (The Deep South) – e os Mormons que controlam Utah, a Califórnia ao largo na sua própria terra LALA [n.t. terra de Hollywood e Los Angeles] e restará ver como é que o centro-oeste se poderá associar com a Nova Inglaterra a este respeito – possivelmente isto pode ser a América’ real’ – Nova Inglaterra a Oeste e até à linha de Dakota do Norte, incluindo a região superior do Mississippi, Wisconsin, Michigan, Ohio, Illinois, Indiana, etc.

Será assim tão absurdo – será assim tão mau? Percorrendo estes novos “Muitas Américas” não se saberia a diferença. De qualquer forma, são poucos os americanos que agora mesmo sabem quem é o seu presidente. Nós já não estamos a lutar pela Democracia, estamos a disputar quem é que recebe o quê. O que as empresas do setor energético querem é ter benefícios fiscais. Onde será construída a próxima fábrica Amazon. Na Carolina do Sul? Ou no México? Ou do Canadá? Ou… não?

A balcanização dos EUA pode ser uma coisa boa, irá ser muito bom para os mercados, bom para os negócios – por isso aqueles que estão preocupados com tal cenário – não estejam preocupados! Pode ser como viver na Europa – só que nós todos falamos Inglês. Bem, se alguma vez esteve no Deep South, ou em Boston, poderá então dizer que não é fácil entender claramente os nativos americanos de todas as partes dos EUA.

A revolução – levará à balcanização. Porque os estados vão reagir, para proteger os seus interesses. O grande negócio refugiar-se-á no governo local, se o governo federal desaparecer. Vai ser incrível ver a rapidez com que os interessados saltarão de Washington e voltarão aos seus condados, cidades e estados – quando virem que o Estado federal deixa de funcionar.

Há uma enorme vantagem na atual forma de pagamento para poder jogar – o sistema de lobby em Washington hoje. Os ‘proprietários reais’ dos EUA – as Grandes empresas, os muitíssimo ricos, os governos estrangeiros, os interesses especiais, e outros – podem pôr fim ao processo em qualquer momento. Sem o seu apoio, Washington seria como massa que apanhou chuva. Sim, o exército tem armas nucleares – mas o fascismo pratica-se fundamentalmente fora do país, quase 60% das operações da CIA estão externalizadas! Isso significa que um general desonesto, sem o apoio da Raytheon, Lockheed e Boeing, seria um alvo não só do Exército, mas de exércitos estrangeiros também. Ao contrário de outros tempos, a guerra não pode ser iniciada com o assassinato do arquiduque.

Mas – voltando à questão de partida – os poderes parecem ter ido tão longe nesta eleição que estão a empurrar este sistema para a beira do colapso – uma vitória ilegal de HRC pode rebentar o sistema. As pessoas podem simplesmente perder a confiança. Não irem para o trabalho. Não comprarem coca-cola. Atirarem o lixo para a rua. Estacionarem os seus carros em rodovias interestaduais. Atirarem as suas televisões pelas janelas. Deixarem de beber cerveja. Não pagarem impostos. Não contraírem empréstimos. Aprenderem línguas estrangeiras. Criarem shows gratuitos de fantoches. Escrever livros. Utilizarem as suas bibliotecas locais. Pararem de circular pelas autoestradas interestaduais. Pararem de utilizar os meios de comunicação sociais. Apagarem os maus ficheiros dos seus computadores. Cavarem nos jardins. Renovarem a terra para utilização. Pintarem quadros. Criarem arte com impressoras 3D.

O mundo é um lugar tão grande e tão interessante – todo este debate não merece o nosso tempo. Quem se importa se Trump é uma pessoa má, egoísta, pouco importa o que seja. Ele não está na prisão. Ele representa o que a América REALMENTE É – goste-se ou não. Se ele perder de forma clara e dentro das regras, poderemos esperar mais [eliminar de] 8 anos. Mas se HRC é eleita devido a fraude na votação, com máquinas que só irão votar Clinton (como vimos na eleição presidencial de 2000 e em incontáveis eleições locais) – podemos esperar enormes consequências sociais e, provavelmente, muito provavelmente mesmo, o início do BREXIT da própria América , onde os estados [eliminar serão], de uma forma ou de outra, abandonarão este sistema “EUA”.

Os contribuintes norte-americanos gastam centenas de milhares de milhões de dólares que pagam em impostos para manter este sistema a funcionar, com uma fé cega. EUA é uma religião moderna. Se apenas uma pequena fração do dinheiro dos impostos fosse gasto em coisas úteis, como o plantio de árvores, a construção ou a pavimentação de estradas, a construção de escolas e outros edifícios, o plantio de culturas para o consumo, o plantio de culturas para a produção de cerveja – seria melhor do que dá-lo ao governo federal – economicamente falando (lembremo-nos de que devemos sempre pagar os nossos impostos!).

Dê uma olhada sobre esta descrição de uma nova “potencial” América, suma descrição sobre os “distritos” da Reserva Federal – interessante porque é que o Fed tem destes distritos “não é, 12 deles … como eles são bíblicos …

A vitória ilegal de Clinton pode significar a balcanização ou a Revolução nos EUA.

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Zero Hedge, llegal Clinton victory can mean USA Balkanization or Revolution, texto disponível em: http://www.zerohedge.com/news/2016-10-11/illegal-clinton-victory-can-mean-usa-balkanization-or-revolution

1 Comment

  1. Balcanização ????. O direito à independência dos estados federados à força nos chamados EUAN é tão legitimo para as várias Nações existentes no seu seio como quanto o foram as dos Povos africanos e asiáticos e como haverão de ser as das múltiplas Nacionalidades existentes na Europa. Tanto quanto parece só Portugal será o único estado europeu em que, de facto, só há uma Nacionalidade, porém, essa característica eminentemente democrática nunca foi aproveitada pela política internacional portuguesa. O 25 de Abril continua a ser um verdadeiro momento de Libertação que, graças aos seus infelizes governantes, nunca foi colocado na sua mais verdadeira posição politica e histórica. Na Europa da chamada UE – para não falar das restantes – só há estados expansionistas com imensas Nacionalidades oprimidas e o Estado português pactua com essa situação sem, como devia, a mínima reprimenda, bem pelo contrário. CLV

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