Ainda é o bispo de Bragança-Miranda, mas D. José Cordeiro já se vê na pele de arcebispo de Braga, cujo titular está à beira de passar a emérito. Gorada a tentativa de suceder a D. Manuel Clemente, na diocese do Porto, como era sua pretensão, luta agora pelo arcebispado de Braga, como trampolim para o patriarcado de Lisboa e o cardinalato, eleitor do papa, melhor ainda, ele próprio papa. Influências de peso em Roma nesse sentido não lhe faltam e ele conta com todas elas. Quantos cardeais da Cúria romana não gostariam de ver o seu delfim no trono de s. pedro?! Se o imperador Constantino, século IV, lá chegou e se auto-proclamou o primeiro papa de Roma, tal como hoje o conhecemos, o que impede D. José Cordeiro de ser um dos seus próximos sucessores? Os favores prestados por ele, então mais jovem e ágil, a certos cardeais, quando era praticamente um desconhecido no seu próprio país, mas excessivamente conhecido na Cúria romana, ao ponto de ter sido eleito e ordenado bispo de Bragança-Miranda, são desde então uma mais-valia que D. José Cordeiro sabe que tem, relativamente aos outros bispos portugueses seus potenciais rivais. A verdade é que, desde que ele o bispo de Bragança-Miranda, qualquer coisita pastoral, promovida por ele na diocese é de imediato notícia na Agência Ecclesia e na Renascença, propriedade da CEP.
José Cordeiro é especialista em liturgia, o mesmo é dizer, em encenações religiosas. O que se pode dizer com toda a propriedade um cristão perfeito. Por isso, nos antípodas de Jesus, o filho de Maria, o ser humano por antonomásia, que, ao contrário dele, nos faz ver a realidade sob as sucessivas encenações do Poder. O bispo de Bragança tem o condão de transformar a realidade em encenação e é apenas essa que serve às pessoas que ainda o frequentam. O cristianismo reduz toda a realidade a liturgia, encenação. Por isso cai no goto das minorias dos privilégios e das multidões mais sofridas e desamparadas. Àquelas, dá-lhes o prestígio de que precisam para fazer carreira. A estas, o ópio em overdoses, sem o que não suportariam o inferno em que vivem e suicidavam-se. Quanto mais cristãos de topo na pirâmide eclesiástica, mais refinadas são as suas encenações litúrgicas a que regularmente presidem. Atingem o cume da inverdade com os bispos especializados em liturgia, como é o caso de D. José Cordeiro. Lá no alto de Bragança-Miranda, na fronteira com Espanha, consegue ser o encenador-mor. Nem precisa de mestres de cerimónias. Ele é o mestre que se faz rodear de discípulos-acólitos, com tudo de adolescentes, mesmo que já estejam na casa dos trinta ou quarenta anos. São os seus preferidos. Também há as acólitas em lugares de proa na diocese e no Distrito, vestidas e calçadas segundo o padrão das mais famosas marcas do mercado, mas a estas só como outros tantos jarrões semelhantes aos das liturgias nupciais das princesas. Membros, uns e outras, de alguma das diversas sociedades secretas, se não mesmo do seu topo. Remam com o bispo para o mesmo lado, o do poder monárquico ou de um só, delegado depois por ele neles, nelas. De modo que tudo o que é crime e corrupção fica logo branqueado pela sagrada catedral, que para isso as catedrais e os os grandes santuários existem. Antes de mais para branquear a própria instituição que nomeia os bispos titulares. Ou somos ingénuos a este ponto?
A diocese, clérigos e leigas, leigos, sabem de tudo e falam, mas só em voz baixa, não vá o alarido estragar todas as jogadas que o bispo D. José Cordeiro inventa e a que preside com pompa e circunstância. E muito alarido, para que se oiça-veja em Roma e esta o promova até ao topo da carreira clerical. Embora pequeno de estatura, D. José Cordeiro é excessivamente grande em ambição. Tem tudo de pavão em forma humana e não esconde que quer voar alto, até para compensar o facto de ter nascido de baixa estatura. São descomunais os seus sonhos das alturas e quantas, quantos o rodeiam não se fazem rogados em apoiá-lo, aplaudi-lo, assessorá-lo. É, de resto, a única forma que têm de se verem livres dele e do brilho da sua vaidosa fé cristã, a do ouro e do poder monárquico. Está visto que enquanto ele for o senhor de Bragança-Miranda, nenhum deles consegue brilhar, a não ser como uma das suas múltiplas luas. Vivem todos ofuscados por ele. O mais aonde podem aspirar para serem vistos pelas multidões desamparadas, pecadoras e votantes em eleições autárquicas e nacionais, é ao posto de acólitos e funcionários eclesiásticos, clérigos ou leigos, de preferência do sexo masculino, másculos e altos q.b., pois para pequeno já basta ele.
Acontece que o calendário litúrgico da igreja católica romana, paralelo ao do calendário civil que rege o viver das nações onde o cristianismo e suas igrejas idolátricas estão implantadas, assinala o começo do novo ano, não em Janeiro de cada ano, mas em finais de Novembro, logo depois da festa do seu Cristo-Rei do universo, o tal que vence (vincit), reina (regnat) e impera (imperat). Precisamente, no primeiro domingo do Advento ou de Espera. Ninguém sabe à espera de quê, nem de quem. E a verdade é que ninguém, nada chega. A não ser as estafadas pantominas natalícias dos-meninos-jesus para todos os gostos e feitios, à mistura com os pais-natais da nossa vergonha. As novas gerações não entendem patavina deste falar clerical-eclesiástico católico e protestante, mas os clérigos estão-se nas tintas para isso. Ei-los ufanos e teatrais nas suas vestes talares, eclesiásticas, que os transformam em actores-de-trazer-pelos-santuários, o que há de mais rasca, pior, de prejudicial para as multidões desamparadas que vão lá por pão e recebem pedras, vão por lã e saem tosquiadas. Mas “consoladas”, porque viram aqueles figurões com aspecto de seres humanos, uma espécie de extra-terrestres oriundos do planeta Idade Média.
José Cordeiro que é a encenação litúrgica-em-acção, não perde nenhuma das oportunidades que o calendário litúrgico lhe oferece e projecta iniciativas em catadupa, logo no início de cada ano. Até concertos litúrgicos. Este ano, também conferências sobre os mitos religioso-pagãos-cristãos, como o da “virgem-maria”, “nossa senhora”, “senhora de fátima”. E quem mais indicado para dissertar sobre estes mitos, coisa nenhuma, do que o bispo das Forças Armadas e de Segurança deste país que constitucionalmente se diz “laico”, mas que a Concordata, acima da própria Constituição, torna oficialmente católico? Sim, olhem que há um bispo católico das Forças Armadas e de Segurança! E há a Concordata assinada em 1940 e sucessivamente actualizada para conceder mais privilégios aos clérigos. A vergonha das vergonhas!!!
Reza, a este propósito, um recente título da Agência Ecclesia, dia 26 de Novembro de 2016, às 11h54: “Bragança-Miranda: Formação dos leigos e figura de Maria vão conduzir ano pastoral”. Diz-lhes alguma coisa de jeito?! Ah! E até parece que Bragança-Miranda é a única diocese católica do país. Para ela, D. José Cordeiro é o bispo que mais brilha no país. Por isso, a Agência é reiteradamente atraída para ele, como as borboletas da noite são atraídas pela luz da lâmpada. “Queremos continuar – são palavras de D. José Cordeiro – os desafios a que nos propusemos há cinco anos, nomeadamente a reorganização pastoral e a formação permanente do clero e dos leigos”. Adianta depois a Agência, já sem as aspas: A diocese de Bragança-Miranda elegeu a figura de Maria para conduzir [sic] o ano pastoral num território com 326 paroquias e 545 comunidades, organizadas em 22 unidades pastorais, visitadas pelo bispo nos últimos quatro anos. E, logo depois, volta às aspas: “Esta realidade apresenta muitas dificuldades mas também muitas oportunidades. É com estas pessoas que estamos a fazer esse caminho e o dia de hoje, com a presença de todos, é já fruto deste caminho sinodal que fizemos”.
Como se vê, ocupar-se destas coisitas pastorais e de nada é tudo um. São actividades-para-Cúria romana-ver. Inócuas em resultados humanizadores. Pura distracção de mau gosto e anestesia a rodos, como é timbre do cristianismo, enquanto projecto de poder político, económico e financeiro global. De vez em quando, os bispos lá descem dos seus tronos e palácios para serem aplaudidos pela plebe, como por estes dias os reis de Espanha e o rei Marcelo I de Portugal acabam de fazer. E a plebe não se faz rogada e corre a aplaudir e a envaidecer-se por ver a rainha naqueles trajes reais e os bispos naqueles trajes vermelhos efeminados, sem nada de um-de-nós, de um-como-nos É o país que nos obrigam a ser e que as maiorias mais desamparadas aceitam sem resmungar, de tão anestesiadas que vivem com o ópio religioso, cristão, mediático. Onde campeia, impune, a vaidade de bispos titulares como D. José Cordeiro, nesta data, ainda em Bragança-Miranda, mas já de olhos postos na arquidiocese de Braga, rumo à Roma imperial onde sonha vir a ser anelado e embarretado como cardeal. Porventura, coroado papa.
Vemos padre Mário que está atento ao que se passa pela diocese de Bragança e congratula-nos que se indigne com as atitudes vaidosas do bispo diocesano e seus acólitos e acólitas.
As notícias de eventos são em catadupa porque, no caso, quantidade parece querer vaidosamente significar qualidade. Já só falta darem notícia quando o menino espirra, ou vai fazer xixi…
Encenações religiosas? E que encenações! Ouvimos dizer que foi um fartar vilanagem de abrir portas da misericórdia – cinco! Que o “rei dos baixinhos” não se contenta com uma. A tal uma porta “santa” da misericórdia, decretou ele que fosse a da catedral. As outras pensamos que seriam subalternas desta… eheheh
E mesmo a grande porta da catedral, soubemos que foi fechada simbolicamente aos fieis por duas vezes devido às encenações litúrgicas deste senhor. Daí que o zé-povinho tivesse que entrar pelas portas laterias porque pela principal só podia entrar “dom pavão segundo” e seu séquito.
É claro que dom pavão segundo (o pavão primeiro ordenou-o sacerdote) não precisa de mestres de cerimónias, não fosse haver alguma falha no requinte e “elegância” que a sua vaidade preconiza para si próprio! Basta lembrar a mais recente e pomposa encenação das suas bodas de prata sacerdotais. Tivemos conhecimento de diversos episódios no mínimo bizarros que aconteceram aos simples fieis que frequentam a catedral nas missas dominicais e a quem foi quartado o direito de ocupar lugar na nave principal onde habitualmente se sentam e ajoelham – foram encaminhados directamente para o andar superior, mesmo aqueles com mobilidade reduzida. Até o parque de estacionamento (público, pago com dinheiro público) foi reservado aos ilustres convidados de dom pavão segundo. Uma pouca-vergonha diabólico/farisaica que nada tem a ver com Jesus de Nazaré!
E não é que não havia absolutamente ninguém da comunidade cigana presente! Será que dom pavão segundo, se esqueceu de os convidar aquando da sua visita pastoral a Carrazeda de Ansiães?
Nessa altura resolveu visitar a comunidade cigana, a maior do distrito. Na altura foi um regalo ver as fotos no álbum fotográfico do facebook da diocese. O contraste foi gritante. Consta que lhes ofereceram Bíblias/Novo Testamento. Só não sabemos se eram comestíveis, mas acreditamos que, sendo de papel, devem ter tido a serventia de acender o lume.
Quanto às meninas acólitas «vestidas e calçadas segundo o padrão das mais famosas marcas do mercado», há uma que se destaca por ser, desde o primeiro dia de bispado, a nova “princesinha” do Tua. Qual cidade de Mirandela ser a princesa do Tua! A nova “princesinha” que ofusca o brilho da cidade e do seu belíssimo rio Tua, é a da Carolina Herrera, da Tous, da Hermés, Crhistian Louboutin, Yves Saint Laurent etc, e é ela quem dá cartas a nível dos cargos importantes. Todas as outras acólitas, a do turismo de missa incluída, são meras subalternas da importante maninha de padres, também eles muito importantes para dom pavão segundo. Muito gostaríamos de saber onde este trio de manos vai buscar o dinheirinho para tantos sinais exteriores de riqueza que ostentam…
Diz que os leigos sabem de tudo e sim, lá vamos sabendo, leigos e ateus, porque nem todos os clérigos, nem todas as religiosas e nem todos os leigos que andam pelas igrejas e pela catedral do bispo, estão de acordo com esta fartura de vaidades e lá vão desabafando como podem, a medo, e se alguém disser que eles/elas disseram eles/elas negam tudo, tal é o medo e intrigas instalados por dom pavão segundo e seu staff (as luas a que se refere). Mas sim, padre Mário, é conversa de café, de barbeiro, de farmácia, de sala de espera do médico e de cabeleireiro – quando não há assunto melhor para comentar. Vira e volta lá vem este à baila juntamente com a muita indignação do povo.
A vergonhosa concordata? Ainda não perdemos a esperança de que a “geringonça” a revogue de vez….
Quanto a concertos litúrgicos têm sido promovidos vários, mais, ou menos, publicitados pelo bispo, mas sempre com o apoio das Câmaras Municipais do Estado Laico. Agora o espavento dos dois concertos litúrgicos do advento, um em Moncorvo e outro em Bragança, mais o canto akathistos em Mirandela, deve-se ao especial facto de a “princesinha” mirandelense ter sido recentemente promovida a especialista da cultura (cultura da moda, certamente) e por isso é preciso que se promovam os eventos da menina para que ela possa desfilar a toilette carérrima.
Padre Mário, informa-nos que dom pavão segundo tem aspirações a arcebispo de Braga e por aí fora, sempre a subir.
Deixe-o ir! Quanto mais depressa melhor!
“Que nos desampare a loja”!!!
Vemos padre Mário que está atento ao que se passa pela diocese de Bragança e congratula-nos que se indigne com as atitudes vaidosas do bispo diocesano e seus acólitos e acólitas.
As notícias de eventos são em catadupa porque, no caso, quantidade parece querer vaidosamente significar qualidade. Já só falta darem notícia quando o menino espirra, ou vai fazer xixi…
Encenações religiosas? E que encenações! Ouvimos dizer que foi um fartar vilanagem de abrir portas da misericórdia – cinco! Que o “rei dos baixinhos” não se contenta com uma. A tal uma porta “santa” da misericórdia, decretou ele que fosse a da catedral. As outras pensamos que seriam subalternas desta… eheheh
E mesmo a grande porta da catedral, soubemos que foi fechada simbolicamente aos fieis por duas vezes devido às encenações litúrgicas deste senhor. Daí que o zé-povinho tivesse que entrar pelas portas laterias porque pela principal só podia entrar “dom pavão segundo” e seu séquito.
É claro que dom pavão segundo (o pavão primeiro ordenou-o sacerdote) não precisa de mestres de cerimónias, não fosse haver alguma falha no requinte e “elegância” que a sua vaidade preconiza para si próprio! Basta lembrar a mais recente e pomposa encenação das suas bodas de prata sacerdotais. Tivemos conhecimento de diversos episódios no mínimo bizarros que aconteceram aos simples fieis que frequentam a catedral nas missas dominicais e a quem foi quartado o direito de ocupar lugar na nave principal onde habitualmente se sentam e ajoelham – foram encaminhados directamente para o andar superior, mesmo aqueles com mobilidade reduzida. Até o parque de estacionamento (público, pago com dinheiro público) foi reservado aos ilustres convidados de dom pavão segundo. Uma pouca-vergonha diabólico/farisaica que nada tem a ver com Jesus de Nazaré!
E não é que não havia absolutamente ninguém da comunidade cigana presente! Será que dom pavão segundo, se esqueceu de os convidar aquando da sua visita pastoral a Carrazeda de Ansiães?
Nessa altura resolveu visitar a comunidade cigana, a maior do distrito. Na altura foi um regalo ver as fotos no álbum fotográfico do facebook da diocese. O contraste foi gritante. Consta que lhes ofereceram Bíblias/Novo Testamento. Só não sabemos se eram comestíveis, mas acreditamos que, sendo de papel, devem ter tido a serventia de acender o lume.
Quanto às meninas acólitas «vestidas e calçadas segundo o padrão das mais famosas marcas do mercado», há uma que se destaca por ser, desde o primeiro dia de bispado, a nova “princesinha” do Tua. Qual cidade de Mirandela ser a princesa do Tua! A nova “princesinha” que ofusca o brilho da cidade e do seu belíssimo rio Tua, é a da Carolina Herrera, da Tous, da Hermés, Crhistian Louboutin, Yves Saint Laurent etc, e é ela quem dá cartas a nível dos cargos importantes. Todas as outras acólitas, a do turismo de missa incluída, são meras subalternas da importante maninha de padres, também eles muito importantes para dom pavão segundo. Muito gostaríamos de saber onde este trio de manos vai buscar o dinheirinho para tantos sinais exteriores de riqueza que ostentam…
Diz que os leigos sabem de tudo e sim, lá vamos sabendo, leigos e ateus, porque nem todos os clérigos, nem todas as religiosas e nem todos os leigos que andam pelas igrejas e pela catedral do bispo, estão de acordo com esta fartura de vaidades e lá vão desabafando como podem, a medo, e se alguém disser que eles/elas disseram eles/elas negam tudo, tal é o medo e intrigas instalados por dom pavão segundo e seu staff (as luas a que se refere). Mas sim, padre Mário, é conversa de café, de barbeiro, de farmácia, de sala de espera do médico e de cabeleireiro – quando não há assunto melhor para comentar. Vira e volta lá vem este à baila juntamente com a muita indignação do povo.
A vergonhosa concordata? Ainda não perdemos a esperança de que a “geringonça” a revogue de vez….
Quanto a concertos litúrgicos têm sido promovidos vários, mais, ou menos, publicitados pelo bispo, mas sempre com o apoio das Câmaras Municipais do Estado Laico. Agora o espavento dos dois concertos litúrgicos do advento, um em Moncorvo e outro em Bragança, mais o canto akathistos em Mirandela, deve-se ao especial facto de a “princesinha” mirandelense ter sido recentemente promovida a especialista da cultura (cultura da moda, certamente) e por isso é preciso que se promovam os eventos da menina para que ela possa desfilar a toilette carérrima.
Padre Mário, informa-nos que dom pavão segundo tem aspirações a arcebispo de Braga e por aí fora, sempre a subir.
Deixe-o ir! Quanto mais depressa melhor!
“Que nos desampare a loja”!!!