EDITORIAL – UM CASO QUE DEVE SER ESCLARECIDO

Imagem2Temos, por diversas vezes, defendido o projecto de modificar o modelo destes editoriais diários que, diga-se. nunca deixámos publicar em vai para seis anos de publicação diária. A ideia seria de criar uma equipa alargada de editorialistas que assinariam os seus textos e se  responsabilizariam pelo conteúdo, sem tentar reflectir a opinião de um grupo de dezenas de colaboradores das mais diversas tendências políticas (de esquerda) e religiosas. Tal medida só seria possível se abandonássemos a obrigatoriedade de o editorial ter uma relação directa com a data de publicação,  pois sabemos não ser possível o modelo mais lógico – sete editorialistas, cada um com um dia da semana a seu cargo – haveria falhas. A não ser que houvesse um arquivo de textos «suplentes» – em suma, é uma ideia que devemos manter, mas que  só pode ser posta em prática se nos rodearmos de medidas que permitam o funcionamento e assegurem a  publicação diária.

Vem esta reflexão a propósito de um assunto que envolve a necessidade de dizer verdades que só o são para alguns dos argonautas. Somos uma «geringonça» com cerca de oitenta peças e tentamos, nós os que coordenamos, evitar que neste espaço se debatam temas que possam de algum modo. ferir susceptibilidades, ofender convicções – temos gente de todo o leque ideológico e também no campo das convicções religiosas, o lote é abundante. È um dito que temos repetido – a nossa Argos é uma espécie de «arca de Noé». E tudo tem corrido razoavelmente – cada um diz o que pensa e só o futebol é tema tabu.

Na próxima semana em texto assinado levantaremos uma lebre que não vai ter a aprovação geral.

O local próprio seria este onde estamos, mas optamos por fazê-lo em texto devidamente assinado. Nada  de muito grave – apenas a reparação de um erro ou omissão que remonta aos tempos do velho Estrolabio-

Mas mais vale tarde do que nunca-

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