A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo Português em matéria linguística (art.º 5.º, decreto-lei 5/78), embora seja controvérsia a matéria do artigo 6.º, quando lhe confere o dever de «propor […] as medidas que considerar convenientes para assegurar e promover a unidade e expansão do idioma português». E aqui a “unidade” parece sancionar o conceito nacionalista de conseguir o que, na verdade, é impossível.