Posts Tagged: acordo ortográfico

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

CARTA DE BRAGA – “Da cultura e da retrete” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Os senhores do mundo, os que nos controlam directa ou indirectamente – e este nos inclui toda a gente, até os capatazes que eles próprios acarinham e empossam – aprenderam durante os últimos trinta ou quarenta anos, que

CARTA DE BRAGA – “Da cultura e da retrete” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Os senhores do mundo, os que nos controlam directa ou indirectamente – e este nos inclui toda a gente, até os capatazes que eles próprios acarinham e empossam – aprenderam durante os últimos trinta ou quarenta anos, que

CARTA DE BRAGA – “Acordo e Soberania” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Bagão Félix chamou-lhe o Acordo Mortográfico e desenvolveu no “Público” do dia 20 do mês passado, uma interessantíssima crónica, referindo as aberrações endógenas, a gama de facultatividades do A.M. e erros resultantes da total confusão do “pós-acordismo” que

CARTA DE BRAGA – “Acordo e Soberania” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

    Bagão Félix chamou-lhe o Acordo Mortográfico e desenvolveu no “Público” do dia 20 do mês passado, uma interessantíssima crónica, referindo as aberrações endógenas, a gama de facultatividades do A.M. e erros resultantes da total confusão do “pós-acordismo” que

EDITORIAL – Língua Portuguesa – que futuro?

Nos dias 2, 3 e 4 de Novembro de 1989, realizou-se na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa um colóquio internacional com o título interrogativo que damos a este editorial – Língua Portuguesa – que futuro? Com a

EDITORIAL – Língua Portuguesa – que futuro?

Nos dias 2, 3 e 4 de Novembro de 1989, realizou-se na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa um colóquio internacional com o título interrogativo que damos a este editorial – Língua Portuguesa – que futuro? Com a

EDITORIAL- Ainda o Acordo Ortográfico

  A Associação Portuguesa de Escritores levou a cabo entre os seus associados um inquérito sobre este assunto – quem aprova, quem reprova e a quem o é assunto indiferente. 90% dos inquiridos reprovou o AO. Nós, neste blogue,  como sempre

EDITORIAL- Ainda o Acordo Ortográfico

  A Associação Portuguesa de Escritores levou a cabo entre os seus associados um inquérito sobre este assunto – quem aprova, quem reprova e a quem o é assunto indiferente. 90% dos inquiridos reprovou o AO. Nós, neste blogue,  como sempre

O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo

O ACORDO ORTOGRÁFICO E O FUNDAMENTALISMO DO GOVERNO – por Manuel Simões

A Academia das Ciências de Lisboa (ACL) divulgou um documento com «sugestões para o aperfeiçoamento do acordo ortográfico da língua portuguesa». A pertinência da intervenção justifica-se plenamente pelo próprio estatuto da Academia, o qual a considera «órgão consultivo do Governo

EDITORIAL – OS ACORDOS ORTOGRÁFICOS

A cada novo avanço das tecnologias da comunicação, o mundo vai encolhendo. Uma mensagem chega hoje mais depressa a Vladivostoque ou a Sidney do que há cinquenta anos demorava a estabelecer ligação entre Lisboa e Coimbra. A invenção da palavra

EDITORIAL – OS ACORDOS ORTOGRÁFICOS

A cada novo avanço das tecnologias da comunicação, o mundo vai encolhendo. Uma mensagem chega hoje mais depressa a Vladivostoque ou a Sidney do que há cinquenta anos demorava a estabelecer ligação entre Lisboa e Coimbra. A invenção da palavra

A GALIZA COMO TAREFA – quando a ordem altera o produto – Ernesto V. Souza

Durante os últimos 25 ou 30 anos assistimos a uma impossível operação de adição mediante a qual – sob ideia demorante de “consenso” – se chamava uma e outra vez a “necessidade” do reintegracionismo vir somar forças com o isolacionismo.

A GALIZA COMO TAREFA – quando a ordem altera o produto – Ernesto V. Souza

Durante os últimos 25 ou 30 anos assistimos a uma impossível operação de adição mediante a qual – sob ideia demorante de “consenso” – se chamava uma e outra vez a “necessidade” do reintegracionismo vir somar forças com o isolacionismo.

A GALIZA COMO TAREFA – SIPLE 2015 – Ernesto V. Souza

16 e 17 de outubro, 2015, são datas que vão ficar para destaque nas cronologias e estudos futuros sobre a construção da língua na Galiza. Nesses dias, em Compostela, coração da Galiza, e no espaço emblemático do Museu do Povo

A GALIZA COMO TAREFA – SIPLE 2015 – Ernesto V. Souza

16 e 17 de outubro, 2015, são datas que vão ficar para destaque nas cronologias e estudos futuros sobre a construção da língua na Galiza. Nesses dias, em Compostela, coração da Galiza, e no espaço emblemático do Museu do Povo

EDITORIAL – Aplicar ou não o Acordo

O Artigo 2.º da Resolução da Assembleia da República nº 35/2008 previu um período de seis anos para a transição definitiva para a nova ortografia. Este período, iniciado a 13 de maio de 2009, com a entrada em vigor do novo

EDITORIAL – Aplicar ou não o Acordo

O Artigo 2.º da Resolução da Assembleia da República nº 35/2008 previu um período de seis anos para a transição definitiva para a nova ortografia. Este período, iniciado a 13 de maio de 2009, com a entrada em vigor do novo

ACORDO ORTOGRÁFICO – POSIÇÃO DA SOCIEDADE PORTUGESA DE AUTORES

O chamado “Acordo Ortográfico” tornou-se obrigatório esta semana, dado que terminou oficialmente o período de transição. Relembremos a posição da Sociedade Portuguesa de Autores, colocadas em Janeiro de 2013, no seu site: SPA não adopta o novo acordo ortográfico perante as

ACORDO ORTOGRÁFICO – POSIÇÃO DA SOCIEDADE PORTUGESA DE AUTORES

O chamado “Acordo Ortográfico” tornou-se obrigatório esta semana, dado que terminou oficialmente o período de transição. Relembremos a posição da Sociedade Portuguesa de Autores, colocadas em Janeiro de 2013, no seu site: SPA não adopta o novo acordo ortográfico perante as

EDITORIAL – O ACORDO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO

Quando, há cerca de trinta anos, a questão do Acordo Ortográfico começou a ser discutida, um dos argumentos mais usados era o de que a «unificação da Língua» iria facilitar a penetração do livro português no mercado brasileiro. E é

EDITORIAL – O ACORDO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO

Quando, há cerca de trinta anos, a questão do Acordo Ortográfico começou a ser discutida, um dos argumentos mais usados era o de que a «unificação da Língua» iria facilitar a penetração do livro português no mercado brasileiro. E é