O gerente Macedo da “Caixa” é igualzinho ao ex-gerente Domingues. Tal como todos os outros que andam por aí. Sejam eles gerentes públicos ou gerentes privados. Da Maçonaria ou da Opus Dei. Quando é preciso contar os “cobres” já se sabe quem tem de fazer o caminho do calvário: os empregados das lojas que encerram às ordens do gerente de turno, sendo certo que 2000 trabalhadores da “Caixa” já têm guia de marcha…
A “Caixa” está como está, a precisar do nosso dinheirinho, não por culpa dos seus clientes de todas as “Almeidas” de Portugal. A “Caixa” está como está por culpa dos anteriores gerentes que andaram a dar “guita” aos amigos que a rechearam de “imparidades”, isto é, de calotes de “milhões”. Calotes de “milhões” que têm dado cabo da banca e do país. Mas que não o impede, a ele e a todos os outros gerentes bancários, de ter um ordenado milionário, prémios e mordomias.
Além de mais, o gerente Macedo tem maus fígados. Como bem prova a sua recusa em receber o presidente da Câmara de Almeida. Uma recusa ditada pelo facto de os habitantes daquela vila da Beira Interior manifestarem, em Vilar Formoso e à mesma hora, a sua indignação pelo fecho do balcão da “Caixa”. A reunião estava previamente agendada, mas Macedo recusou-se a receber o edil de Almeida que foi a Lisboa propositadamente.
Um nojo. Tanto como aquele que provoca ver a rapaziada laranja a clamar contra o encerramento dos balcões da “Caixa”. A mesmíssima rapaziada que se preparava para vender a “Caixa” a privados e a preço de saldo.