

Só deve haver duas razão para as coisas correrem bem ou correrem mal no nosso mundo e no nosso dia a dia, é evidente.
Primeira razão, as forças da Natureza (também evidentemente) porque essas – tempestades, tremores de terra, deslizamentos, tsunamis, inundações, incêndios, etc. – terão a ver com ela, com essa mesma Natureza) e a seguir, o Homem.
O habitante máximo (segundo o próprio) e melhor desenvolvido deste planeta.
Vem este meu raciocínio, esta minha reflexão a propósito de há pouco saber de (mais) uma nova e violenta calamidade na Madeira, Funchal, em que um carvalho com mais de 200 anos e em perigo já detectado, se abateu sobre uma data de inocente gente, matando vários e ferindo muitos mais.
Estavam calmamente e felizes numa festa religiosa, adoravam e agradeciam ao seu Deus não sei o quê – talvez o facto de existirem e serem felizes, quem sabe, que sei eu, que de religiosidade sou parco, mesmo nulo – e eis que uma velhíssima árvore se abateu sobre eles, com o terrível e horroroso resultado difundido pelos media.
