Reproduzimos aqui um despacho de Vasco Lourenço, Presidente da Associação 25 de Abril:
Car@s associad@s
Mais um bom artigo do nosso general, militar de Abril, Pedro Pezarat Correia.
Ao autor, que considero um dos mais válidos e sabedores estrategas portugueses (sim, sei que a minha amizade por ele me faz suspeito…) e aos responsáveis do blog GDH os nossos agradecimentos.
Como compreendem, continuaremos a “abusar” e a publicar os textos do Pedro e de outros associados, sempre que os consideremos com valor para tal e enquanto @s noss@s associad@s não nos convençam de que estamos errados e no mau caminho.
Até hoje, só temos recebido louvores, pelos textos difundidos. Confiamos que assim continuaremos.
A palavra é vossa!
Boa leitura e … façam-nos chegar a vossa opinião.
Cordiais saudações
Vasco Lourenço
Recebemos mais este comentário da Associação 25 de Abril:
De: Maria e Baião
Enviada: 23 de janeiro de 2020 14:42
Para: Secretaria
Assunto: Re: Notícias da A25A – Líbia
Gostei particularmente deste texto, que é um ótimo princípio de conversa.
De facto conheci a Líbia de Khadafi. O meu falecido pai lá viveu durante 10 anos, nos idos 80. Era um país fabuloso, Tripoli era uma cidade cosmopolita, organizada, a saúde e a educação não deviam nada a nenhuma capital europeia.
Tinha cerca de 2M de habitantes e sentia-se dinheiro nas ruas. As exportações de petróleo e areia para a indústria do vidro chegavam para quase tudo.
Claro que se sentia a discriminação religiosa da mulher e a adoração do borrego ou a repugnância pelo porco e seus derivados, estavam presentes no dia a dia, tal como as paragens para as orações.
Khadafi, ditador ou não, na sua revolução verde, era um iminente líder em ascensão.
Imaginem a cobiça que tal situação gerou, que os americanos fizeram o que fizeram e não foram julgados pelos tribunais, nem de guerra, nem outros.
E o nosso governo que tão bem foi recebido na tenda VIP em Portugal, teve uma posição nojenta no descalabro que se seguiu.
Depois há a Síria e o Iémen.
Peço que partilhes com o Gen. Pezarat Correia e lhe peças mais um capítulo. De preferência abordando os interessados na indústria das armas.
Prezada amiga Maria Helena Baião
Registo reconhecido o interesse que o meu texto mereceu a alguém que conhece a realidade líbia melhor do que eu e agradeço as suas benévolas palavras
É provável que mais tarde ou mais cedo volte ao tema, mas sempre nesta perspetiva, a da análise dos fatores das tensões e conflitos e, nomeadamente, das influências nefastas que neles jogam os pérfidos e hipócritas interesses da grandes potências
Quanto ao problemas das indústrias e tráficos de armamentos, sem dúvida uma das grandes causas da conflitualidade endémica e da perpetuação dos conflitos, não é assunto que eu domine com especial conhecimento.
Saudações amigas do
PPC
Reproduzimos aqui um despacho de Vasco Lourenço, Presidente da Associação 25 de Abril:
Car@s associad@s
Mais um bom artigo do nosso general, militar de Abril, Pedro Pezarat Correia.
Ao autor, que considero um dos mais válidos e sabedores estrategas portugueses (sim, sei que a minha amizade por ele me faz suspeito…) e aos responsáveis do blog GDH os nossos agradecimentos.
Como compreendem, continuaremos a “abusar” e a publicar os textos do Pedro e de outros associados, sempre que os consideremos com valor para tal e enquanto @s noss@s associad@s não nos convençam de que estamos errados e no mau caminho.
Até hoje, só temos recebido louvores, pelos textos difundidos. Confiamos que assim continuaremos.
A palavra é vossa!
Boa leitura e … façam-nos chegar a vossa opinião.
Cordiais saudações
Vasco Lourenço
Recebemos mais este comentário da Associação 25 de Abril:
De: Maria e Baião
Enviada: 23 de janeiro de 2020 14:42
Para: Secretaria
Assunto: Re: Notícias da A25A – Líbia
Gostei particularmente deste texto, que é um ótimo princípio de conversa.
De facto conheci a Líbia de Khadafi. O meu falecido pai lá viveu durante 10 anos, nos idos 80. Era um país fabuloso, Tripoli era uma cidade cosmopolita, organizada, a saúde e a educação não deviam nada a nenhuma capital europeia.
Tinha cerca de 2M de habitantes e sentia-se dinheiro nas ruas. As exportações de petróleo e areia para a indústria do vidro chegavam para quase tudo.
Claro que se sentia a discriminação religiosa da mulher e a adoração do borrego ou a repugnância pelo porco e seus derivados, estavam presentes no dia a dia, tal como as paragens para as orações.
Khadafi, ditador ou não, na sua revolução verde, era um iminente líder em ascensão.
Imaginem a cobiça que tal situação gerou, que os americanos fizeram o que fizeram e não foram julgados pelos tribunais, nem de guerra, nem outros.
E o nosso governo que tão bem foi recebido na tenda VIP em Portugal, teve uma posição nojenta no descalabro que se seguiu.
Depois há a Síria e o Iémen.
Peço que partilhes com o Gen. Pezarat Correia e lhe peças mais um capítulo. De preferência abordando os interessados na indústria das armas.
Abraços e saudações,
Maria Helena Baião
A resposta de Pezarat Correia:
Prezada amiga Maria Helena Baião
Registo reconhecido o interesse que o meu texto mereceu a alguém que conhece a realidade líbia melhor do que eu e agradeço as suas benévolas palavras
É provável que mais tarde ou mais cedo volte ao tema, mas sempre nesta perspetiva, a da análise dos fatores das tensões e conflitos e, nomeadamente, das influências nefastas que neles jogam os pérfidos e hipócritas interesses da grandes potências
Quanto ao problemas das indústrias e tráficos de armamentos, sem dúvida uma das grandes causas da conflitualidade endémica e da perpetuação dos conflitos, não é assunto que eu domine com especial conhecimento.
Saudações amigas do
PPC