CARLOS REIS – FOTONOVELA – O ELÉCTRICO VINTE E OITO

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  1. Um texto maravilhoso que bem merecia a atenção dum critico literário.
    Numa penada, a velha Carris – guiada com mestria – mostra a bela Lisboa e não esquece de dar mostra dos seus podres que, embora já antigos, têm sido reforçados – o desemprego faz sentir-se – pela presença, em crescendo, dos “mãos baixas” atraídos pela abundância de visitantes.
    Nos passados anos trinta, eu e muitos outros e outras, muito brincamos e muita patinagem fizemos num rink existente no Jardim da Estrela. O coreto, ainda, dava musica. Nunca percebi qual a razão de terem destruído o recinto da patinagem, nem, tão-pouco, a de silenciaram o coreto. Os Prazeres – mais lá no alto – já são os bastantes para o sossego das nossas mágoas. CLV

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