FRATERNIZAR – O regresso do terrorismo político – VACINADOS, CURADOS OU MORTOS? – por MÁRIO DE OLIVEIRA

 

 

 

Com o aproximar do inverno, as populações já começam a ver-se de novo cercadas pelo terrorismo político relacionado com a Covid-19. Já não bastava o habitual terrorismo publicitário das prendas de natal do Mercado, mais o terrorismo das iluminações das Autarquias nas cidades e vilas e o fogo de artifício para entreter plebeus citadinos que se recusam a crescer de dentro para fora, a que se junta o terrorismo religioso das igrejas cristãs com todas as suas aldrabices litúrgicas sem um pingo de verdade no que respeita ao nascimento ou natal de Jesus histórico. Ainda reaparece aí em força na UE o terrorismo político contra aqueles cidadãos, elas e eles, que, na liberdade que nos foi reconhecida e bem, insistem em não ser cobaias das grandes farmacêuticas. E como eles sabem que não têm legitimidade científica para tornarem obrigatória a vacina, aterrorizam-nos com uma afirmação que eu de imediato converti em interrogação, Vacinados, curados ou mortos?!

O autor do slogan é um dos ministros do Governo da Alemanha que foi de Hitler e hoje é dos grandes grupos financeiros que matam que se fartam as populações do planeta e o próprio planeta. Tanto que, se tivermos em linha de conta o número de mortos causados por eles e os da Covid 19, bem se pode dizer que, à beira deles, esta mais não é do que uma formiga no carreiro em sentido contrário ao deles, portadora de um oportuno e salutar alerta dirigido às populações do mundo, ‘Mudem de Deus, mudem de Deus, vivam a sororidade’. É que os grandes grupos financeiros, seus Estados, religiões e igrejas cristãs todas fazem do Dinheiro e da riqueza acumulada e concentrada o seu deus e das maiorias da população mundial capachos dos seus pés. Nisso, são em tudo semelhantes ao papa imperial de Roma, o jesuíta Francisco, que chegou ao cúmulo de criar o ‘Dia Mundial dos Pobres’, para que estes nunca mais acabem, pelo contrário, continuem aí cientificamente a crescer de ano para ano.

Só porque a esmagadora maioria dos cientistas prefere estar ao serviço dos grandes grupos financeiros em cada Estado, são poucos, muito poucos, os que vêem a Covid 19 como um vírus que pode matar, sim, mas só em condições e ambientes que lhe sejam favoráveis e que urge convertermos em condições e ambientes saudáveis. E são ainda menos os cientistas que vêem no tipo de vacinas anti-covid criadas a todo o vapor um elevado risco para a saúde das populações do mundo, num futuro não muito distante, e, por isso, as recusam. Trata-se de vacinas não suficientemente testadas, mas logo comercializadas. Fossem um verdadeiro antídoto ao vírus, com efeitos secundários facilmente neutralizados pelo organismo humano, e todos os cientistas do mundo seriam unânimes a recomendar aos Estados que a sua toma fosse obrigatória. E que, para tanto, as grandes indústrias farmacêuticas fossem obrigadas a abdicar dos seus chorudos lucros.

Não é o que se vê, muito pelo contrário. E como a recente COP26 em Glasgow veio pôr ainda mais a nu, o estado do planeta é tal que, para termos amanhã, temos, a partir de agora, pensar-projectar-e-agir-globalmente. Porque não há um planeta b, por mais rios de dinheiro que se continue aí estupidamente a gastar na sua busca fora da Terra. Já não há mais dúvidas, Ou nos salvamos todos, ou perecemos todos. Se os Estados e os Partidos políticos que se guerreiam entre si não percebem isto e, consequentemente, também não agem em conformidade, são loucos que nos querem levar a todas, todos para o abismo. Seremos populações suicidas, se, perante o desgraçado espectáculo que os Partidos políticos e seus líderes estão aí a dar todos os dias, insistirmos em confiar-lhes os próprios destinos. Quando o mais elementar bom senso exige que nos religuemos uns aos outros e, assim religados, assumamos os próprios destinos nas mãos, juntamente com os destinos do planeta.

Tudo o que não for assim é terrorismo político. Por isso, um crime que só não é punido, porque os Tribunais e respectivos juízes são parte dos órgãos de soberania. Tão criminosos quanto eles. Mas é por eu saber que não há outro caminho que, quando alguém me pergunta se estou bem de saúde, gosto de responder com humor e amor, Tenho obrigação de estar bem, porque recusei ser cobaia de qualquer das vacinas anti-covid. E procuro sabiamente viver em ambientes não poluídos, onde o ar que respiro é garantidamente saudável. Fora deles, uso a máscara e higienizo regularmente as mãos. As pessoas olham-me, então, de alto abaixo e logo concluem que estou a falar a sério e constatam que efectivamente gozo de boa saúde, uma vez que a idade não é, nunca foi, nunca será uma doença. Por mais que o Sistema de Poder nos tente fazer crer que sim e nos queira encurralar em ‘lares de idosos’. Comigo o Poder não colhe, porque eu sei, com Jesus histórico, que ele é mentiroso e o pai de mentira. Pelo que, nas opções de fundo, faço sempre o contrário do que ele quer.

 

 

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