Este tipo já começa a maçar – resmungam os restos de gente (muito poucos) que ainda têm paciência para abrir estes chatos e repetitivos emails – já começa a chatear com estas influências malignas, jazzísticas e sincopadas do costume e ainda por cima a repetir-se ad nauseam com esta música, sempre a mesma, que já nem se pode ouvir.
Ponto da situação.
Está bem, prontos, ficamos (fiquemos) assim.
E agora, que toda a gente ou quase toda delitou esta droga, eu passo a expor:
Cantar assim, em coro, perfazendo acordes com harmonias dissonantes não é para todos, percebem? Muito menos para ouvintes completa e acabadamente surdos, que seguramente já aqui não estão.
Portanto que se lixe. Portanto insisto em aqui ficar.
Mais vale só que mal acompanhado, sobretudo se o acompanhamento for decidida e realmente composto por desafinados – mesmo que alguns deles também tenham coração.