MPPM – VAMOS SAIR À RUA EM LISBOA POR UMA PALESTINA LIVRE, PELA PAZ NO MÉDIO ORIENTE – HOJE, SÁBADO, 12 de OUTUBRO, pelas 15 horas – de MARTIM MONIZ à PRAÇA DO MUNICÍPIO

 

Vamos sair à rua em Lisboa para culminar a grande Jornada Nacional de Solidariedade “Palestina Livre! Paz no Médio Oriente!” que tem vindo a mobilizar milhares de pessoas em todo o país em resposta ao apelo lançado pelo MPPM, pelo CPPC, pela CGTP-IN e pelo Projecto Ruído e a que aderiram muitas outras entidades.

Amanhã, sábado 12 de Outubro, às 15 horas, vamos concentrar-nos na Praça de Martim Moniz e desfilar pelas ruas da Baixa da capital até à Praça do Município onde teremos um apontamento cultural e intervenções das organizações promotoras.

Vamos juntar a nossa voz à das inúmeras pessoas que já aderiram a esta iniciativa em Coimbra. Portalegre, Setúbal, Covilhã, Alpiarça, Viseu, Porto, Évora, Leiria, Guarda, Beja, Viana do Castelo, Braga e Espinho, e que vão aderir em Funchal, Sines, Faro, Vila Real e Castelo Branco.

 

O Apelo para a realização da Jornada Nacional de Solidariedade, lançado por MPPM, CPPC, CGTP-IN e Projecto Ruído, foi subscrito até à data pelas seguintes organizações e colectivos:

A Voz do Operário | Associação de Estudantes da Escola Artística António Arroio – Pombos | Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa | Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa | Associação de Moradores das Antas | Associação ILGA PORTUGAL – Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo | Associação Intervenção Democrática – ID | Associação Portuguesa de Deficientes | Associação Recreativa e Cultural do Algarve | Baque Mulher Lisboa | BOTA – Base Organizada da Toca das Artes | Clube Estefânia | Clube Recreativo do Feijó | Cooperativa de Educação, Cooperação e Desenvolvimento | Colectivo de Solidariedade Mumia Abu-Jamal | Frente Anti-Racista | Mirantense Futebol Clube | Movimento Democrático de Mulheres | Movimento Porta-a-Porta – Casa Para Todos | Judeus pela Paz e Justiça | Juventude Comunista Portuguesa | Organização dos Trabalhadores Científicos | Palestina em Português | Panteras Rosa – Frente de Combate à LesBiGayTransfobia | Parents for Peace | Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina | Sindicato dos Professores da Grande Lisboa | Sindicato dos Professores da Zona Sul | SintraFriendly – Colectivo Juvenil LGBTIQA+ de Sintra e Apoiantes | União de Resistentes Antifascistas Portugueses | União dos Sindicatos de Viana do Castelo | União dos Sindicatos do Norte Alentejano | Vida Justa

 

Apelo à participação

Jornada Nacional de Solidariedade com o povo palestino e pela Paz no Médio Oriente
Palestina Livre! Paz no Médio Oriente!

É preciso pôr fim imediato ao genocídio do povo palestino, impunemente levado a cabo por Israel na Faixa de Gaza. É urgente a Palestina Livre e a Paz no Médio Oriente!
A agressão de Israel contra a população palestina na Faixa de Gaza – que fará em Outubro um ano da sua brutal intensificação – já provocou mais de 40.000 mortos e mais de 92.000 feridos, na sua maioria civis, e entre as quais muitos milhares de crianças.
A cada dia que passa aumenta o sofrimento do povo palestino, sujeitado ao horror dos massacres cometidos por Israel, que, com a sua política colonialista e racista, continua empenhado no seu objectivo de aniquilação e expulsão do povo palestino da sua terra. Israel obriga a população palestina a deslocar-se de território em território, de localidade em localidade. Praticamente toda a população da Faixa de Gaza – 9 em cada 10 palestinos – foi violentamente deslocada mais que uma vez devido aos ataques israelitas. 
Para além da destruição na Faixa de Gaza – com os indiscriminados e propositados bombardeamentos contra bairros residenciais, instalações médicas e hospitais, campos de refugiados, agências humanitárias, escolas, locais de culto ou culturais –, Israel incrementa o bloqueio que mantém a região sem energia e impede a entrada de alimentos, água, medicamentos e equipamento médico essencial, promovendo a proliferação da fome e da doença.
Ao mesmo tempo, Israel lançou uma ofensiva de grandes proporções contra a Cisjordânia que acentua os efeitos da violência diária do exército e dos colonos israelitas e que provocou mais de 6 mil vítimas, entre mortos e feridos.
Com a intensificação da repressão por parte de Israel, que levou à prisão de cerca de 10 mil pessoas, incluindo crianças e jovens, agrava-se o ataque aos direitos laborais e de circulação do povo palestino, agravando cada vez mais as suas condições de vida.
A par destes hediondos crimes, Israel – única potência nuclear no Médio Oriente – insiste na escalada de confrontação em toda a região, mantendo e intensificando ataques a países vizinhos que se opõem à sua política de ocupação, colonização e genocídio, tornando cada vez mais ameaçador o perigo de uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências catastróficas para os seus povos e repercussões no mundo inteiro. 
É preciso travar este caminho belicista, de morte, sofrimento e destruição. É urgente uma solução política que passa necessariamente por um cessar-fogo imediato e permanente na Faixa de Gaza, pelo fim da ocupação, dos colonatos, da opressão israelita, e pela realização dos direitos nacionais do povo palestino, com a criação do Estado da Palestina, como determina o direito internacional, incluindo em inúmeras resoluções da ONU.
Há que denunciar a profunda hipocrisia e cumplicidade dos EUA, do Reino Unido, da União Europeia e de vários governos de países europeus, que desde o início apoiam a política de Israel e dão cobertura aos seus crimes de guerra, desrespeitando deliberadamente o direito internacional. Do Governo Português, exige-se que suspenda a cooperação com o Estado de Israel, muito em particular no campo militar, e que reconheça o Estado da Palestina. 
Assim, continuando a:
– demonstrar a nossa profunda e permanente solidariedade com o povo palestino e para com a sua justa causa nacional;
– exigir um cessar-fogo imediato e permanente na Faixa de Gaza, o fim da escalada de confrontação por Israel no Médio Oriente e a Paz na região;
– exigir o respeito e o cumprimento dos direitos nacionais do povo palestino, com a criação do Estado da Palestina, como determinam inúmeras resoluções da ONU;
– reclamar do Governo português a defesa dos direitos do povo palestino, conforme os princípios constitucionais e o direito internacional.
apelamos a todos a que participem nas acções da Jornada Nacional de Solidariedade com o povo palestino e pela Paz no Médio Oriente que se realiza de 2 a 12 de Outubro:
Palestina Livre! Paz no Médio Oriente!

 

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