
No centenário do nascimento (19-12-1924) do poeta satírico – talvez único depois de Filinto Elísio –, e em jeito de homenagem, eis um exemplo da sua veia sarcástica no segmento do poema que O’Neill designou como
AUTOCRÍTICA (achegas)
A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.

Este foi um Senhor que vale a pena recordar o centenario do seu nas
Do seu nascimento….. nao, nunca o de m. soares