Aos visitantes, aos viajantes e aos leitores de A viagem dos argonautas. Resposta a Júlio Marques Mota. Por João Machado.

Para ajudar o pagamento dos 35000 euros que o Sarkozy (quer dizer o contribuinte francês, e se calhar não só) pagou pela noite na suite lá no Mónaco o argonauta Júlio Marques Mota disponibilizou…

 

 

 

 

O Júlio com certeza que também quis ser gentil com a Carla Bruni. Vocês sabem como ele é um coração mole. Os economistas são uns mãos largas e, como se sabe, a economia é uma coisa demasiado séria para estar entregue aos economistas: vejam o caso do Alvarinho Santos Pereira e do Vitinho Gaspar, o bispo; de modo nenhum me refiro ao nosso Júlio. Tendo tudo isso em conta, eu contribuo com:

 

 

 

O Sarkozy (um lacaio dele) diz que a suite custou dez vezes menos do que o que Le Monde anunciou. De qualquer modo o meu contributo é este. Igual ao do Passos Coelho para o nosso subsídio de férias e o nosso subsídio de Natal. Bem, na realidade foi pior. Eu é que não conheço uma nota que sirva para pagamentos negativos. Será que o Júlio conhece? 

 

Pelo menos mandou-nos esta obra de arte que segue. Isto também está a acontecer cá, não acham? O Hércules não era nosso, mas talvez o Zé Povinho sirva.

 

 

 

1 Comment

  1. Oh João, só discordo de chamares bispo ao Vitinho! Eu penso que ele não tem neurónios que cheguem para passar de acólito. Costumo chamar-lhe “padreca”, mas só porque é provável que gente desta tenha uns padrinhos que metam umas cunhas para conseguirem chegar ao fim do curso do Seminário… O pior é depois: como todos os retardados, limitam-se, como referia numa crónica o José Manuel Pureza, a usar as receitas rançosas que decoraram nos livros que lhes deram, já que, incapazes de pensar, só sabem alinhar números e a criação de algo de novo, para responder a situações diferentes das que conhecem das sebentas, está muito longe do alcance da sua estupidez congénita… De resto este Governo, mesmo com a inclusão do Crato, para enfeitar e subir a média do QI, deve ser o mais estúpido que apareceu desde a fundação da nacionalidade: o que não os incomoda, que quem não pensa, não sente…

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