agenda cultural de 2 a 8 de Janeiro de 2012

 

 

 

por Rui Oliveira

 

 

NOTA PRÉVIA :

Por erro informático involuntário uma versão prévia do Pentacórdio foi publicada esta manhã. Com as minhas desculpas é esta a versão definitiva. RO

 

 

 

   De novo uma semana com escassa oferta cultural de onde selecionámos :

 

 

   1. O Centro Cultural de Belém traz ao seu Grande Auditório na Quinta 5 de Janeiro, às 21h, o London Community Gospel Choir naquele que considerou o Concerto de Ano Novo.

   Criado em 1982 pelo reverendo Bazil Meade, com o apoio de Lawrence Johnson, Delroy Powell e Francis John, o London Community Gospel Choir é reconhecido, ao longo dos anos, pela qualidade e diversidade das suas melodias (em funky, em swing-beat, em R’n’B mas também no soul tradicional), bem como pela riqueza das suas harmonias em diversas formações, quer em octeto, quer no coral de 30 elementos, sempre com uma coreografia e ginástica vocal estimulantes. 

 

Um exemplo da diversidade de expressão do London Community Gospel Choir

 

 

    2. Nessa mesma Quinta 5 de Janeiro e na Sexta 6 (às 21h e 19h respectivamente), a Orquestra Gulbenkian (dir. Lawrence Foster) inicia no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian um curto ciclo cujo tema central é Wagner +.

   Assim, com a colaboração do pianista Artur Pizarro, serão tocadas obras não só de Richard Wagner como de Franz Liszt (de quem se celebram os 200 anos do nascimento em Raiding, Hungria/agora Áustria), lembrando que as vidas de ambos se cruzaram tanto porque Cosima, mulher de Wagner, era filha de Liszt, como sobretudo (diríamos) porque são inúmeras as transcrições que Liszt, como virtuso pianista, fez para este instrumento das composições orquestrais e operáticas do seu genro alemão. Ouvir-se-ão :

 

   Franz Liszt  Orpheus

   Wagner / Liszt  Abertura de “Tannhäuser”, transcrição para piano

   Franz Liszt  Concerto para Piano e Orquestra nº 1, em Mi bemol maior

   Wagner / Liszt  Tannhäuser: «O du mein holder Abendstern», transcrição para piano

   Franz Liszt  Concerto para Piano e Orquestra nº 2, em Lá maior

                        Les Préludes 

 

Sendo fracas as gravações da sua adaptação por Liszt para piano, aqui fica uma interpretação “clássica” para orquestra

(aqui a K&K Philarmoniker Berlim 2009) da Abertura do Tannhäuser de Richard Wagner

 

 

    Nessa celebração “wagneriana”, a Fundação Gulbenkian proporciona ainda :

  

    No Domingo 8 de Janeiro, pelas 15h, tem lugar a projecção no Grande Auditório (com entrada livre) do célebre filme de Luchino Visconti Ludwig, sobre a vida de Luis II da Baviera onde é referida a sua protecção a Richard Wagner.

   É sabido como aos 15 anos a audição do Lohengrin marcara o então príncipe, o que o levou mais tarde (1864) a chamar o compositor a Munique onde permaneceu até 1880, tendo então acabado Siegfried, Os Mestres Cantores de Nurenberg, O Crepúsculo dos Deuses e o Parsifal.

 

   Ainda nesse Domingo 8, às 19h, no Auditório 3 da Fundação Gulbenkian, a conferência de Yvette Centeno e Nuno Vieira de Almeida abordará o tema “Tannhäuser: do libreto de Wagner ao olhar de Visconti”. (entrada livre)

 

excerto de Ludwig (1972)de Visconti com Trevor Howard como Wagner, Silvana Mangano como Cosima, Mark Burns (Hans von Bülow),

Helmut Berger (Luis II da Baviera) e Romy Schneider (Imperatriz Isabel da Áustria)

 

 

 

   Nessa noite, às 21h, no Grande Auditório, num programa intitulado Wagner e Veneza, os músicos intervenientes inspirar-se-ão nestas linhas escritas por Richard Wagner  «Cheguei a Veneza na tarde de 29 de Agosto (1858). Durante o passeio de barco, ao longo do Canale Grande até à Piazzetta, uma impressão melancólica e uma atmosfera solene: grandiosidade, beleza e decadência lado a lado. (…) Por diversas vezes fui surpreendido no fim de uma refeição ao ouvir subitamente as minhas aberturas…» para tentar recriar o ambiente da cidade onde o compositor  viria a falecer.

   Intervirão Uri Caine piano, Pedro Pacheco violino, Otto Pereira violino, Raquel Reis violoncelo, Marc Ramirez contrabaixo e Paulo Jorge Ferreira acordeão e o programa inclui as seguintes peças de Richard Wagner :

   Tristão e Isolda: Liebestod

   Tannhäuser: Abertura

   Lohengrin: Abertura do 3º Acto

   Tristão e Isolda: Prelúdio

   Os Mestres Cantores de Nuremberga: Abertura

   Cavalgada das Valquírias

   Lohengrin: Abertura do 1º Acto

 

Uri Caine com o Ensemble Wagner interpreta a Abertura do Lohengrin de Richard Wagner

 

 

    3. A 7 de Janeiro (Sábado), às 18h no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (dir. Pedro Carneiro) dá um concerto sob o título Freitas Branco e António Fragoso com a colaboração da clarinetista  Iva Barbosa. Serão tocadas as seguintes peças :


   Luís de Freitas Branco (1890-1955) Scherzo Fantastique

   Aaron Copland (1900-1990) Concerto para clarinete

   António Fragoso (1897-1918) Nocturno

   Robert  Schumann (1810-1856) Sinfonia n.º 4, em Ré menor, op. 120 (versão de 1841)

 

 

 

 

   4. Na Quarta 4 de Janeiro, o Teatro da Cornucópia recebe no Teatro do Bairro Alto, em estreia em Lisboa, a peça Os Assassinos, Ocupação de um conto de Ernest Hemingway de Miguel Castro Caldas, representação do grupo Primeiros Sintomas (em co-produção com o Teatro Experimental do Porto).

   Numa encenação de Bruno Bravo e interpretação de  Dinis Gomes, Miguel Loureiro, Paulo Pinto, Ricardo Neves-Neves e Susana Sá, tem a seguinte introdução temática :  Dois assassinos entram num bar-restaurante para matarem o Sueco. O Sueco não está. Os assassinos esperam. Entretanto, alguém fala de um conto do Ernest Hemingway em que dois assassinos entram num bar-restaurante para matarem o Sueco…

   A representação prolonga-se até 15 de Janeiro (Qua. – Sáb. às 21h30, Dom. às 16h00).

[ler mais notas sobre este projecto em :

 http://www.teatro-cornucopia.pt/htmls/conteudos/EFkuAEllZuGgDTMcAC.shtml ]

 

 

 

   5. O Ballet do Teatro Nacional Russo de Moscovo volta a Portugal e ao palco do Teatro Tivoli  para dançar o Lago dos Cisnes sobre música de Pyotr Ilyich Tchaikovsky numa versão coreográfica renovada de Marius Petipa e Lev Ivanov (estreada no Teatro Maryinsky de São Petersburgo em 8 de Fevereiro de 1885 com Pierina Legnani no papel duplo de Odette – Odile). Será a oportunidade de cotejar com a versão recentemente ali apresentada pelo Russian Classical Ballet em Dezembro último.

   Os espectáculos decorrerão no Sábado 7 de Janeiro às 21h30 e no Domingo 8 de Janeiro às 18h com a duração prevista de 2 horas.

 

Svetlana Uvarova dança o Lago dos Cisnes de Tchaikovsky no Teatro Bolshoi (2002) para comparação…

 

 

 

 

Cordas sobresselentes

 

 

   A 2 de Janeiro apenas ocorre às 21h30, e pelo acima referido Ballet do Teatro Nacional Russo de Moscovo, no palco do Teatro Tivoli a segunda récita do bailado Quebra-Nozes sobre música de Pyotr Ilyich Tchaikovsky.

 

 

   A 4 de Janeiro, às 21h30, o Teatro Turim estreia a peça de Francisco Baptista Doce da Casa com encenação de Manuel Jerónimo e interpretação de Alice Costa, Ana Varela, Daniela Serra e Cristóvão Santos. Trata-se de uma tragicomédia interactiva onde o público é que decide o rumo da história a partir duma história banal de uma mulher comum que se altera com a chegada de uma misteriosa convidada …

 

   A 5 de Janeiro, às 22h30, no Ondajazz a jóvem cantora brasileira Luanda Jones vem apresentar o seu álbum de originais Aquarela recém editado, acompanhada por Lucio Vieira contrabaixo e Alexandre Ferreira bateria. Filha de músicos (a mãe Irinéia Maria Ribeiro é cantora e autora de canções do MPB e o pai Luís Moreno baterista e compositor), o seu estilo “deslisa entre o samba, maracatu, jazz, bossa nova, soul bem como valsa e chorinho”, como diz a imprensa elogiativa do Canadá, onde recentemente tem actuado com êxito.

 

 

 

   A 5 de Janeiro a MusicBox apresenta às 23h a banda de heavy rock Drill e às 0h a de pop rock também portuguesa The Yardangs.

 

   De 5 a 7 de Janeiro decorre no Cinema São Jorge o NetaudioLx 2012, o primeiro  Festival Netaudio que se realiza em Lisboa. Dizem os promotores que “(seguindo) o mote da música livre,  distribuída gratuitamente através da internet, o NetaudioLx pretende marcar uma posição institucional face à cultura livre,  desenvolvendo o diálogo aberto entre os vários intervenientes da cena musical”.

 

   O NetaudioLx procura, ainda, estabelecer a ponte entre o  universo netaudio nacional e internacional, interagindo com as comunidades  congéneres estabelecidas, seguindo o mote “Connecting the Dots”. Com uma programação diversificada, o NetaudioLx conta com personalidades de peso na actual cena musical/tecnológica como Marco Donnarumma ou DJ Ride, mas afirma-se  igualmente como um ponto de encontro de expectativas e gerações que ainda  estão a tentar descobrir o impacto da evolução tecnológica nos direitos de autor  e na distribuição musical.

   O  festival tem entrada livre e gratuita nos três dias, com acesso a workshops,  debates, projecções cinematográficas e concertos. (ver a extensa programação integral em http://netaudiolx2012.net/

 

   Por ser um evento “diferente”, noticiamos que se iniciam a 5 de Janeiro as palestras para o grande público do ciclo Matemática sem Limites que de 3 em 3 semanas o Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa organizará à semelhança das bem sucedidas do ano passado. A primeira, a decorrer na sala 6.1.36 às 18h30, tem por título “A Regra e a Excepção” e está a cargo do prof. Miguel Ramos, que a introduz da seguinte forma :

   “A história da Matemática é fértil em exemplos de objectos que, até certa altura, foram tidos como aberrações, casos excepcionais ou esotéricos − mas que um estudo mais aprofundado revelaria posteriormente serem afinal mais abundantes, menos “descartáveis”, do que se supunha. De um dado momento histórico em diante, e em certas áreas do universo matemático, esses casos excepcionais viriam assim a adquirir um estatuto particular, alterando a nossa percepção dessas áreas; em determinados contextos, o que era excepção passou a regra, ou vice-­‐versa …”

 

 

   A 5 de Janeiro, às 19h, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, fará uma conferência Tariq Ramadan com o título Political and Religious Challenges Facing European Muslims (em inglês, sem tradução simultânea). A moderação estará a cargo de Teresa Toldy (CES/U. Fernando Pessoa) e o comentário entregue a José Manuel Pureza (CES/FEUC).

   A importância desta palestra deriva de os escritos e intervenções de Tariq Ramadan terem contribuído substancialmente para o debate em torno de temas islâmicos contemporâneos e do revivalismo islâmico no mundo e a sua intervenção social focar problemas de teologia, lei e jurisprudência islâmicas, ética aplicada, filosofia, justiça social, economia política e diálogo entre confissões, no seio das comunidades. Acresce que, além de Professor de Estudos Islâmicos Contemporâneos na Universidade de Oxford (Oriental Institute, St. Antony’s College) e na sua Faculdade de Teologia, é actualmente Presidente da European Muslim Network (EMN), um “European think tank” sediado em Bruxelas.

 

   O Centro de Arte Moderna –CAM da Fundação Gulbenkian inaugura na sua Sala Polivalente às 15h de 5 e 6 de Janeiro os encontros da sua Task Performance. Trata-se dum ciclo de filmes experimentais, que apresenta artistas que exploram uma particular relação com o tempo de uma acção física ou “desempenho de uma tarefa” (task performance) que envolve uma acção do corpo num tempo e duração particular, seleccionados por Sérgio Taborda (curador dos Encontros) enquanto artista/investigador no Centro George Pompidou em Julho de 2010.

    O título task performance, que atravessa a selecção de filmes que irão ser vistos no decorrer do ciclo que começa com três filmes em 16mm de Robert Morris, tem origem num conceito por ele partilhado, num contexto de intercepção entre práticas da dança e da performance com Yvonne Rainer, e que traduziria por “desempenho de uma tarefa” realizada em tempo real assumida no trabalho de Robert Morris, na sua qualidade de simples, imediata e concreta apreensão. (ver programa integral em http://www.cam.gulbenkian.pt/index.php?article=71436&visual=2&langId=1 )

 

   A 6 de Janeiro, às 21h, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, as solistas da Orquestra Gulbenkian Alexandra Mendes violino, Cecília Branco violino, Bárbara Friedhoff  viola e Maria José Falcão  violoncelo tocarão, num concerto de entrada livre do ciclo Wagner +, de José Vianna da Motta Quarteto para Cordas nº 1 e de Bedrich Smetana Quarteto para Cordas nº 1 “Da minha Vida”.

 

   Também às 21h de Sexta, 6 de Janeiro, realiza-se o Concerto dos Reis no Teatro da Trindade onde a Orquestra do Conservatório Nacional (dir. Alexandre Branco) coadjuvada pelo Coro Musaico (orient. Tiago Marques) cumprirão um programa que inclui :

 

    Adagio e Fuga em Dó menor Kv. 546, de W.A.Mozart

   Concerto em Ré menor Kv. 466 para piano e orquestra de Mozart (ao piano Bárbara Costa)

   Abertura ‘Hebridas’ op. 26, de Mendelssohn

   Segundo andº da 3ª Sinfonia (Eroica), op 55, de Beethoven

   Fantasia Coral op. 80 para piano, coro, solistas e orquestra de Beethoven (ao piano Diogo

Simões) 

 

   Também a 6 de Janeiro a MusicBox, às 0h30, traz de novo o Projecto Le Grind criado em 2003 que vem apresentar temas originais com forte influência funk.

 

 

   A 6 (às 21h) e 7 de Janeiro (às 19h), o Centro Cultural de Belém mostra na sua Sala de Ensaio um espectáculo de dança intitulado Into the Tranquility  What if we are our reactions to what’s around us?, a nova criação da jóvem coreógrafa Madalena Brak-Lamy.

   Interpretado por Joana Duarte, Joana Mário e Madalena Brak-Lamy, com música de Margarida de Lopes e vídeos de Madalena Xavier Silva, pretenderá responder às interrogações do título : Será que é o mundo que nos rodeia que determina quem somos? Somos apenas reacções ? 

 

   No Sábado 7 de Janeiro, às 21h30, o Coliseu dos Recreios traz para um “Grande Concerto de Ano Novo” a conhecida Strauss & Mozart Festival Orchestra que irá reproduzir o tradicional programa aplaudido nas capitais europeias e tão do gosto do grande público de valsas célebres, polcas animadas e marchas vistosas e famosas.

 

A Strauss Festival Orchestra (dirigida por Peter Guth) em 2006 toca a programação característica desta época

 

 

 

   Às 16h desse 7 de Janeiro, no Teatro da Trindade, o Ensemble de Sopros do Conservatório Nacional (dir. Francisco Sequeira) tocará a Petite Symphonie de Charles Gounod.

   Depois o Coro Musaico (orient. Tiago Marques) cantará uma dezena de melodias variadas começando em Ding dong! Merrily on high (melodia francesa do séc. XVI, arr. Charles Wood) para terminar com Toast pour le Nouvel An de Gioachinno Rossini.

   Por fim a Big Band (dir. Eduardo Lála) interpretará temas jazzísticos desde o C Jam Blues de Duke Ellington ao Chameleon de Herbie Hancock.

 

   Mais tarde, às 21h, de novo no Teatro da Trindade, o mesmo Ensemble de Sopros do Conservatório Nacional (dir. Francisco Sequeira) executará  Festive Overture de D. Schostakovich,  Fiesta Mexicana de H. Owen Reed,  Symphony No 3 (finale) de James Barnes, Russian Christmas Music  de Alfred Reed e Symphony No 5 (finale) de Dimitri Schostakovich.

 

   No Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, às 16h de 7 de Janeiro, o actor Pedro Tocha apresenta O Palhaço Escultor , uma peça onde “um malabarista entra num palco onde vai apresentar o seu espectáculo de circo mas, devido ao contacto com o público, a sua relação com o malabarismo altera-se… “  Aplicando a técnica de clown, o actor reinventa a sua relação com o que o rodeia, criando uma performance dinâmica e variada, que irá ao encontro do imaginário de cada um.

   À noite, no mesmo local às 20h30, de novo Pedro Tocha revive num espectáculo chamado “20 anos” os melhores momentos do seu trabalho a solo durante aquele período.

 

   Na Galeria ZDB (Zé dos Bois), às 23h de 7 de Janeiro, actua o grupo português Silence is a Boy , esses “paladinos insuperáveis e propagadores temerários (como se intitulam) do “cylon folk”, género maior da chanson ligeira”. Compôem-no Mariana Ricardo (voz, percussão, ukulele, cuatro), João Nicolau (voz, ukulele, cuatro), Pedro Inês(voz, guitarra acústica), Pedro Faro (guitarra acústica, voz, percussão), Fred NS (guitarras acústicas e eléctricas) e Eline Eigenhuis (voz, percussão).  

  

Um exemplo (Lisboa) da música original dos Silence is a Boy (Julho 2011)

 

 

   Ainda a 7 de Janeiro a MusicBox volta a trazer o rock metálico dos Men Eater e o seu novo CD Gold, precedidos pela jóvem banda também portuguesa dos Riding Pânico.

 

   A 8 de Janeiro, às 17h, no Museu dos Coches há um “Concerto de Ano Novo” sob o tema Valsas de Viena da responsabilidade da Belle Époque Salon Orquestra sob a direcção musical de Laurentiu Ivan Coca. A entrada é livre.

 

   Também nesse Domingo 8 de Janeiro, às mesmas 17h, haverá um Concerto de Reis oferecido pela  Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção musical de Lior Shambadal,  comentado por Rui Campos Leitão. Nele serão tocados :

       Andreia Pinto-Correia  Acanto

       Betty Olivero  Adagio

       Elena Firsova  Música de Outono

       Magret Wolf  Michtam 2011 (estreia absoluta)

       Silvia Colasanti  Chaos, comentário à abertura d’A criação de Haydn, Hob. XXI:2 (estreia nacional) 

 

 

 

 

 Caros leitores, o início de 2012 não é ainda muito promissor. A ver vamos …

Leave a Reply