6. Falecimento do cantor norte-americano Jim Morrison; vocalista e figura central do lendário grupo californiano The Doors – com Ray Manzarek (teclados), Robbie Krugger (guitarra) e John Densmore (bateria) –, James Douglas Morrison era um cultor de poesia (admirava William Blake e Arthur Rimbaud) e levou-a para o rock (não por acaso o nome do grupo foi inspirado no título de um livro de Aldous Huxley, “The Doors of Perception”, por sua vez extraído de um verso de William Blake, “If the doors of perception were cleansed”); o consumo excessivo do álcool e de drogas duras acabaria por ceifar-lhe a vida, aos 27 anos de idade – a 3 de Julho de 1971 é encontrado inanimado na banheira do apartamento onde se encontrava hospedado em Paris; foi sepultado no cemitério Père Lachaise, sendo a sua campa ainda hoje alvo de romagens; do repertório que integra os sete álbuns que gravou no seio dos Doors – “The Doors” (1967), “Strange Days” (1967), “Waiting For The Sun” (1968), “The Soft Parade” (1969), “Morrison Hotel” (1970), “Absolutely Live” (1970) e “L.A. Woman” (1971) –são de referência obrigatória os temas “Light My Fire” [ao vivo no Hollywood Bowl, 1968, “Alabama Song” [ao vivo no Hollywood Bowl, 1968, “Roadhouse Blues” [ao vivo no Hollywood Bowl, 1970 [ao vivo em Nova Iorque, 1970, “Riders on the Storm” e o profético “The End” [ao vivo no Hollywood Bowl, 1968, que Francis Ford Coppola viria a incluir na banda sonora do filme “Apocalipse Now” (1979) [Redux End Theme; vários dos poemas recitados que deixou gravados numa maquete foram publicados postumamente (1978) num álbum intitulado “American Prayer” [poema “A Feast of Friends” [álbum completo; o actor Val Kilmer personificou-o no cinema, sob a direcção de Oliver Stone, em “The Doors – O Mito de Uma Geração” (1991) [“The End”;
7. Falecimento da estilista francesa Coco Chanel; começou a ser conhecida durante a I Guerra Mundial, com os fatos de trabalho que desenhou para as mulheres que nas fábricas substituíam os homens ausentes em combate; revolucionou a moda feminina nos anos 20 e 30, com o “vestidinho preto”, saias e casacos de recorte clássico; «estilo simples, mas com classe» era o seu lema; também se dedicou aos perfumes, tendo ficado famoso o “Chanel N.º 5”, criado a seu pedido por Ernest Beaux, em 1921, e que era o preferido de Marilyn Monroe; a relação amorosa que manteve com o compositor Igor Stravinski esteve na base do filme de Jan Kounen, “Coco Chanel & Igor Stravinsky” (2009);
