Desde que o Ministro Miguel Relvas apresentou o o programa Impulso Jovem como forma de resolver o problema da taxa de desemprego entre a geração mais nova (mais de 36%) que a Ass. de Combate à Precariedade denunciou esta medida como ineficaz e facilitadora de salários baixos.
Infelizmente, este programa está tão mal construído que os patrões não têm de criar postos de trabalho líquidos, ou seja, podem despedir alguém que esteja já na empresa para o substituir por um estagiário do Impulso Jovem subsidiado pelo Estado. No país das impunidades são as empresas que são subsídio-dependentes e não os cidadãos.

