Despi-me. Ela também. Nua, toda nua, deitou-se de costas em cima da cama mas as pernas estavam fechadas. Quisera que me revelasse o segredo que havia ali e então ela chamou:
– Vem cá. Deita-te aqui em cima de mim.
Fui e só então ela abriu as pernas. Pousou a sua mão esquerda no meu pescoço. Com a direita conduziu-me para dentro dela. Um choque elétrico e entornei-me todo, gemi, talvez um uivo.
Pousei o rosto contra o seu ombro direito e ela acariciou-me a nuca. Depois deu-me uma palmadinha nas costas e pediu que eu me afastasse. Afastei-me.
Levantou-se. Correu para a casa de banho. Ouvi a água a correr. Voltou envolvida numa toalha azul. Mandou que eu fosse lavar-me. Fui.
Quando tornei ao quarto ela estava a acabar de mudar os lençóis. Senti que a maresia estava mais forte, outra vez fiquei erecto.