COM “FIDELIO”, DE BEETHOVEN, PROSSEGUE O CICLO DE ÓPERA

Com uma obra do grande compositor alemão Ludwig von Beethoven, prosseguimos a apresentação de um ciclo operático onde, sem podermos publicar todas as grandes óperas (algumas não estão disponíveis), julgamos estar a compor uma antologai bastante representativa do melhor que se fez no plano operático. Após as óperas italianas, vêm as de autores alemães e austríacos. Fidelio (Fidélio, é uma ópera de Ludwig von Beethoven, com libreto de Joseph Ferdinand Sonnleithner, por seu turno baseado na peça teatral francesa  Léonore ou L’Amour Conjugal (798), de Jean-Nicolas Bouilly. Este texto dramático foi inspirado por factos ocorridos em França, durante o período do Terror, aos quais o autor, na época promotor público do Tribunal Revolucionário de Tours, se refere nas suas memórias. A ópera. em dois actos, situa-se em Sevilha e em finais do século XVIII. É a única ópera composta por Beethoven.

Eis a reprodução do cartaz da estreia, em 23 de Maio de 1814, no Kärntnertortheater, de Viena.

Vamos assistir a uma gravação realizada no Opernhaus Zurich, com os seguintes intérpretes principais:  Camilla Nylund, Jonas Kaufmann e Alfred Muff Rocco. O Coro e a Orquestra da Ópera de Zurique são regidos pelo maestro Nikolaus Harnoncourt.

LOGO, NA SESSÃO DA NOITE, FIDELIO,

DE LUDWIG VON BEETHOVEN

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