O CICLO DEDICADO A RICHARD WAGNER PROSSEGUE COM “O OURO DO RENO”

Por razões alheias à nossa vontade, não pudemos manter a sequência na apresentação daImagem1 tetralogia de Wagner. Vamos encerrar o ciclo operático dedicado ao grande compositor germânico com a apresentação da sua tetralogia O Anel do Nibelungo (Der Ring des Ninbelungen). Começa com O Ouro do Reno (Das Rheingold), seguindo-se A Valquíria (Die Walküre), SiegfriedCrespúsculo dos Deuses (Götterdämmerung). A famosa tetralogia forma, com Tristão e Isolda, com Parsifal e com Os Mestres Cantores de Nuremberga o período mais fecundo do compositor, o que corresponde à maturidade e durante o qual surgiu um esplendor criativo que superou as fases anteriores. A tetralogia baseia-se em lendas da mitologia germânica. Wagner levou vinte e seis anos a compô-la e as quatro óperas demoram cerca de quinze horas a ser executadas. Ouro do Reno  foi estreada em 1869 no Teatro de Ópera de Bayreuth. Vimos já esta ópera na  versão filmada em 2002 na Ópera de Estugarda, com a orquestra e o coro dirigidos pelo maestro Lothar Zagrosek e com  Wolfgang Probst,  Motti Kastón,  Bernhard Schneider,  Robert Künzli e  Esa Ruuttunen nos principais papéis. Hoje vamos assistir à exibição da versão filmada em 1980 no Festival de Bayreuth, no Teatro onde, em 1869, foi estreada. Sob a batuta do maestro Pierre Boulez, vamos ouvir um elenco constituído por  Donald McIntyre, Martin Egel,  Siegfried Jerusalem,  Heinz Zednik,  Hermann Becht, Helmut Pampuch,  Matti Salminen,  Fritz Hübner,  Hanna Schwarz,  Carmen Reppel, Ortrun Wenkel,  Norma Sharp, Ilse Gramatzki e  Marga Schiml

NA PRÓXIMA SESSÃO DA NOITE – O OURO DO RENO – DE RICHARD WAGNER

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