UNIÃO NACIONAL – por Fernando Correia da Silva

Um Café na Internet

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Eu, António de Oliveira Salazar, comecei por aforrar prestígio. Agora vou aplicá-lo na formação de um partido, a União Nacional. Deus, Pátria e Família é investimento seguro. Não eu, mas outros por mim, devem começar a fazer o alarde, nacionalistas que beberam do Integralismo. Eu ficarei na sombra, serei sempre o desejado, o encoberto, o Anjo da Guarda em retiro. Não vou desgastar a minha imagem junto da populaça, nem isso me apetece, a omnipresença é um dos meus atributos. Embora com objetivos convergentes, sou o avesso do Mussolini.  

Uma intentona malograda dos “reviralhistas” e logo se precipita o previsível: ainda em 1930 tomo posse como Presidente do Conselho de Ministros. Trato de oficializar a União Nacional. Declaro:  

– Temos uma doutrina e somos uma força!  

Recomendo ao Cerejeira que encerre o Centro Católico Português. Saiba ele, e saibam todas as direitas, que a União Nacional passou a ser a Direita, a única.


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