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por grandes orquestras, regidas por grandes maestros. Começamos com a Eroica de Beethoven, tocada pela Orquestra Filarmónica de Viena sob a direcção do maestro Leonard Bernstein. Beethoven, admirador da Revolução Francesa, pensava dedicar a sinfonia a Napoleão Bonaparte. Quando Napoleão se proclamou Imperador da França em Maio de 1804, Beethoven foi à mesa onde estava a obra já pronta e riscou o nome Bonaparte com tal violência que abriu um buraco no papel (cono podemos ver na imagem em baixo, à esquerda) . Mais tarde mudou o nome para Sinfonia Eroica,
composta per festeggiare il sovvenire d’un grand’uomo (“sinfonia heróica, composta para celebrar a memória de um grande homem”). Beethoven escreveu a maior parte da sinfonia no final de 1803 e completou no início de 1804. O retrato que vemos acima, à direita, é de 1804. A sinfonia foi estreada no Verão de 1804, no castelo de seu protector, o príncipe Lobkowitz em Eisenberg (Jezeri) na Boémia. A primeira apresentação pública foi realizada no Teatro an der Wien, em Viena, no dia 7 de Abril de 1805 com o compositor regendo a orquestra. A Sinfonia n.º 3, Em Mi Bemol Maior (Op.55) de Ludwig van Beethoven é frequentemente referida como a fronteira entre o fim da Era Clássica e o dealbar do Romantismo.
(Wiener Philharmoniker) considerada umas das melhores orquestras do mundo. Fundada em 1842, está sediada no Musikverein. Os membros da orquestra são escolhidos pela Ópera Estatal de Viena através de um processo longo, pois cada músico tem que provar a sua capacidade durante um mínimo de três anos, tocando na Ópera ou no Balett. Quando esse quesito é cumprido, o músico tem que perguntar à Mesa de Directores da Filarmónica se o seu pedido para obter um lugar na orquestra foi tomado em consideração. E o maestro? Seria suficiente dizermos o seu nome – Leonard Bernstein.