UTILIZE PREFERENCIALMENTE O AÇÚCAR DE MESA (SACAROSE) – por Octopus

A frutose conduz à obesidade.

A omnipresença de frutose nos alimentos poderá ser um dos factores da   epidemia de obesidade verificada, nas últimas décadas, nas populações   ocidentais.Imagem1

Num estudo publicado este mês na revista “Journal of the   Americain Medical Association” (JAMA), os investigadores   constataram que contrariamente à glucose, a frutose interage nas regiões   cerebrais que regulam o apetite.
A frutose estimula muito menos a produção de insulina que favoriza a   saciedade, e por consequente, a vontade de comer.
A frutose está presente em numerosos alimentos industriais por ter um grande   poder adoçante e por melhorar o aspecto e a textura dos alimentos cozinhados   no forno. A frutose também está presente em inúmeras bebidas.

Os resultados deste estudo confirmam que a frutose favorece um maior consumo   alimentar.

Os vários tipos de açucares e edulcorantes:

Açucares:

A sacarose é o açúcar de mesa utilizado habitualmente, é extráido da   beterraba ou da cana de açúcar. Quimicamente é uma mistura de glucose e de   frutose.

A glucose é um açúcar presente na fruta, tem um poder adoçante   inferior à sacarose.

A frutose está presente na fruta e no mel, tem um poder adoçante   superior à sacarose e à glucose, o que permite a sua utilização em menor   quantidade para um poder adoçante equivalente.

Edulcorantes:

Fornecem uma sensação adoçante intensa, não têm nenhuma caloria e não têm   impacto na glicémia.

Químicos: 

O aspartano, foi criado em 1965 pela empresa americana G.D. Searle   & Company, comprada posteriormente pela Monsanto. Tem um poder adoçante   200 vezes superior à sacarose. É largamente utilizado nas bebidas.

O acessulfano de potássio (descoberto em 1967)

O ciclamato de sódio (1937)

A sacarina (1879, derivado do petróleo)

Naturais:

A taumatina (extraído de uma planta, 2000 vezes mais adoçante do que a   sacarose)

O neohesperidin (extraído de um citrino, 1800 vezes mais adoçante do   que a sacarose)

A sucralose (descoberto em 1976, derivado da sacarose, 600 vezes mais   aduçante)

A rebaudiose (extráido da planta stevia)

Os álcoois de açúcar (não são açúcares nem substâncias alcoólicas, no   sentido comum do termo):
Sorbitol, Manitol, xilitol, Lactitol,…

Cuidado com as pastilhas elásticas sem açúcar.

Nas pastilhas elásticas sem açúcar, este é substituído por sorbitol. Este   edulcorante diminui a absorção intestinal, tendo assim um efeito laxante. Em   certos indivíduos, basta um consumo diário de uma caixa de vinte pastilhas   elásticas para provocar efeitos secundários graves como diarreias, perda de   peso e perturbações nutricionais.

Edulcorantes e doenças.

Como já vimos, o uso intensivo de edulcorantes, sobretudo nas bebidas gasosas   dietéticas, poderá estar na origem do incremente da obesidade verificada   nestes últimos anos. O seu uso também pode produzir alterações metabólicas,   hipertensão, doenças cardíacas e diabetes.

No caso do asparatano, este pode aumentar o risco de cancro, em especial o do   pulmão e do fígado, e até poderá estar na origem de um maior risco de parto   prematuro.

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